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PCPR prende homem condenado foragido por estupro de vulnerável em Londrina

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) localizou e prendeu um homem, de 34 anos, condenado judicialmente e foragido pelo crime de estupro de vulnerável cometido em Assaí. A captura aconteceu nesta segunda-feira (30), em Londrina, no Norte do Estado.

O homem possuía em seu desfavor um mandado de prisão, expedido pela Comarca de Assaí. Ele teve condenação transitada em julgado pela prática de crime de estupro de vulnerável que se tornou conhecida em 2017, na cidade de São Sebastião da Amoreira.

Segundo o delegado da PCPR Felipe Akio, conforme autos, foram quatro estupros em continuidade delitiva, entre os meses de junho e agosto daquele ano. 

O indivíduo havia sido preso preventivamente, pela PCPR no ano de 2018 e foi monitorado por tornozeleira eletrônica até o final de 2019, quando recebeu liberdade provisória.

“Porém, na data de hoje, depois de ser encontrado em sua atual residência, na cidade de Londrina, foi preso novamente em cumprimento ao mandado de prisão exarado em 2020, após condenação de 10 anos em regime fechado”, explicou

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O homem foi encaminhado ao sistema penitenciário para dar início ao cumprimento de sua pena. 

“Trata-se de mais uma prisão referente à Operação Mulher Segura”, afirmou o delegado.

A PCPR reforça o compromisso com a proteção da integridade feminina e a continuidade das ações repressivas e preventivas da Operação Mulher Segura.

DENÚNCIAS – A PCPR reforça o compromisso com a proteção de crianças, adolescentes e mulheres vítimas de violência.  Denúncias podem ser repassadas de forma anônima pelos telefones 197, da PCPR ou 181, do Disque-Denúncia.

Se o crime estiver acontecendo neste momento, a Polícia Militar deve ser acionada pelo telefone 190.

Fonte: PJC PR

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PCPR adota gatos que atuam como apoio emocional em Delegacia da Mulher em Araucária

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) adotou duas gatas, Amora e Panqueca, que atuam como apoio emocional para as vítimas durante seus relatos na Delegacia da Mulher em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba.

As duas felinas foram resgatadas pela equipe da delegacia há quase três anos. Na época, os policiais as encontram perdidas durante uma diligência. 

Desde então, elas ganharam um novo lar e passaram a fazer parte da rotina da unidade policial, além de estarem presentes também nas redes sociais com o @dele_gatas.

Amora é conhecida por sua simpatia e costuma receber com muito carinho quem chega à delegacia. Carinhosa e sociável, ela não perde a oportunidade de buscar atenção e afeto dos visitantes. 

Já Panqueca raramente aparece, ela tem uma personalidade mais reservada e prefere passar boa parte do tempo dormindo em seus esconderijos, longe do movimento. 

“Apesar das diferenças de comportamento, ambas desempenham um papel importante. Em um local onde são tratados casos delicados e dolorosos, a presença das gatinhas ajuda a proporcionar conforto emocional e momentos de leveza para as vítimas, familiares e até mesmo para os servidores”, destacou o delegado da PCPR Eduardo Kruger. 

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As crianças que acompanham os atendimentos também costumam se encantar com as mascotes, aproveitando para brincar e fazer carinho nas felinas enquanto aguardam.

Pequenos gestos que ajudam a reduzir a ansiedade e tornam a experiência menos difícil. Mais do que mascotes, as Delegatas se tornaram símbolos de acolhimento e humanização dentro da Delegacia da Mulher de Araucária. Com suas personalidades únicas, elas contribuem diariamente para tornar um ambiente naturalmente marcado por situações difíceis em um espaço mais leve, acolhedor e humano.

Fonte: PJC PR

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