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Política Nacional

Izalci cobra apuração de suspeitas em operação do BRB com Banco Master

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O senador Izalci Lucas (PL-DF) comentou, em pronunciamento no Plenário nesta quarta-feira (18), os indícios de irregularidades na negociação da compra do Banco Master pelo Banco de Brasília (BRB). O Banco Central vetou a operação em setembro do ano passado, e em novembro decretou a liquidação do Master.

Segundo o parlamentar, a análise de informações divulgadas recentemente aponta possíveis conexões entre agentes públicos, instituições financeiras e contratos no governo do Distrito Federal. 

— Não existe isso de coincidência, na operação da compra do Banco Master pelo BRB. Na realidade, quanto mais pesquiso, mais percebo que foi criado um esquema no GDF — disse.

O senador relacionou o caso a operações financeiras envolvendo o aplicativo PicPay. Destacou convênios com o INSS e com o governo do Distrito Federal para antecipação de recursos a aposentados e servidores. Segundo ele, o modelo teria gerado cobranças de juros e taxas, além de possíveis irregularidades, como venda casada e exclusividade na prestação do serviço.

— O que parecia um benefício para os aposentados e servidores se transformou num pesadelo. Houve cobrança de juros abusivos, taxas e outras irregularidades que prejudicaram a população — afirmou.

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Izalci criticou a proposta de venda de terrenos do Distrito Federal para cobrir o prejuízo do BRB com investimentos no Banco Master. O parlamentar informou que solicitou ao Ministério Público e ao Banco Central o bloqueio de bens dos envolvidos no caso.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Política Nacional

Congresso recebe Agenda Legislativa Mulheres do Brasil na próxima quarta

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O Congresso Nacional terá sessão solene na quarta-feira (10) — a partir das 10h no Plenário do Senado — para receber a Agenda Legislativa Mulheres do Brasil. A sessão foi requerida pelas senadoras Daniella Ribeiro (PP-PB) e Professora Dorinha Seabra (União -TO) e pela deputada Laura Carneiro (PSD-RJ). O grupo Mulheres do Brasil, criado em 2013, é uma rede civil suprapartidária que reúne mais de 140 mil mulheres no Brasil e em outros países em prol da melhoria de políticas públicas.

— A construção de uma agenda legislativa voltada às mulheres é resultado da mobilização de quem conhece os desafios vividos diariamente por brasileiras de diferentes realidades. O Congresso tem a responsabilidade de ouvir essas vozes e transformar essas demandas em políticas efetivas. Quando as mulheres avançam, toda a sociedade avança junto — afirmou Dorinha nesta quarta-feira (3).

As parlamentares informam que o grupo articula ações com o poder público, o setor privado e a sociedade civil em áreas como combate à violência contra mulheres e meninas, autonomia econômica, inclusão produtiva, saúde, proteção social, sustentabilidade, entre outros. Assim, atua com mobilização social, articulação institucional e formulação de propostas para o aprimoramento de políticas públicas.

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O documento que será apresentado ao Senado reúne propostas em eixos temáticos, “com impacto direto na vida das mulheres e no cotidiano da sociedade”. Para as parlamentares, a agenda vai contribuir com o processo legislativo, com o aprimoramento de políticas públicas e com a integração de iniciativas da sociedade civil.

Mulheres na sociedade

As autoras do requerimento explicam que a Agenda Legislativa Mulheres do Brasil foi subsidiada com análise de proposições em tramitação no Congresso e com as prioridades identificadas nos comitês e núcleos do grupo espalhados pelo país. Um exemplo de projeto que tem apoio do grupo é o PLP 121/2025, que institui a Agenda Transversal das Mulheres na administração pública com o objetivo de eliminar a violência e a discriminação social, política e econômica contra as mulheres. A autora da proposta é a senadora Daniella Ribeiro.

O texto determina que a agenda seja formulada e gerida a partir de revisões de estruturas, processos e políticas para identificar desigualdades de gênero — explícitas ou ocultas — e adoção de medidas para enfrentar suas causas, levando em conta recortes de raça, etnia, idade, orientação sexual e território. Também prevê investimento em transparência digital e estímulo à participação social. 

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Outro exemplo que está na lista da agenda é o PLP 41/2026, que cria um sistema nacional de combate à violência contra a mulher e destina R$ 5 bilhões para o combate ao feminicídio. 

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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