Agro
IHARA apresenta soluções para aumentar produtividade e rentabilidade na Expodireto 2026
Durante a Expodireto Cotrijal 2026, realizada de 9 a 13 de março em Não-Me-Toque (RS), a IHARA, empresa de pesquisa e desenvolvimento de defensivos agrícolas, destacou tecnologias voltadas para o controle de pragas, doenças e plantas daninhas resistentes. O objetivo é apoiar agricultores em decisões técnicas que garantam produtividade sustentável e rentabilidade.
O estande da empresa priorizou o atendimento consultivo, estimulando o diálogo técnico com produtores sobre as demandas específicas de cada propriedade no Sul do país. Entre os destaques do portfólio estão os inseticidas TERMINUS e ZEUS, os fungicidas FUSÃO EC e SUGOY, e o herbicida YAMATO SC, todos apresentados em áreas demonstrativas.
Estratégia e tecnologia: decisões precisas desde o início do ciclo
O gerente de Marketing Regional da IHARA, Valdumiro Garcia, destaca que, em um cenário de custos elevados, reduzir investimentos em defensivos pode comprometer a produtividade. “Insetos, doenças e plantas daninhas devem ser controlados desde o início do ciclo para garantir estabilidade produtiva. Investir em novas tecnologias com princípios ativos distintos será essencial nas próximas safras de milho, trigo e soja”, explica.
A empresa reforça que o manejo correto no momento adequado previne perdas e mantém a competitividade, especialmente diante do avanço da resistência a moléculas consolidadas.
Controle de plantas daninhas: YAMATO SC mantém lavouras produtivas
O avanço de plantas daninhas resistentes, como azevém, caruru e capim-pé-de-galinha, tem impactado a produtividade e a rentabilidade. Para esse desafio, a IHARA recomenda o herbicida pré-emergente YAMATO SC, com alta seletividade e efeito residual prolongado, que ajuda a manter a lavoura livre de competição inicial e preserva o potencial produtivo das culturas seguintes.
Fungicidas FUSÃO EC e SUGOY combatem doenças críticas da soja
Doenças como a ferrugem asiática podem reduzir a produção em até 90%. O FUSÃO EC, destacado pelo Consórcio Antiferrugem, combina ativos sinérgicos que proporcionam absorção rápida e estabilidade mesmo em condições climáticas adversas. Já o SUGOY oferece tripla ação sistêmica e de contato, ampliando o controle sobre ferrugem, mancha-alvo, antracnose e oídio.
Manejo de insetos com ZEUS e TERMINUS aumenta eficiência produtiva
O controle de insetos é enfatizado desde o início da infestação. O ZEUS atua com efeito de choque e residual prolongado, protegendo lavouras de cigarrinha-do-milho, percevejo barriga-verde e pulgão-verde-dos-cereais, com eficácia comprovada de até 95% contra percevejo-marrom em soja.
O TERMINUS complementa o portfólio, oferecendo alto desempenho no controle de percevejos da soja, como percevejo-marrom e barriga-verde, fortalecendo a eficiência dos ingredientes ativos.
Conteúdo técnico e troca de conhecimento com especialistas
Além da apresentação de produtos, o estande da IHARA contou com palestras técnicas de especialistas como Dr. Mario Bianchi, Dr. Carlos Pizolotto, Dra. Caroline Wesp e Dr. Glauber Stürmer, abordando manejo de plantas daninhas, doenças e estratégias de pragas. Também participaram encontros com a jornalista Kellen Severo, abordando geopolítica e mercado do agronegócio.
Segundo Valdumiro Garcia, “a integração entre inovação, conteúdo técnico e proximidade com o agricultor reforça o posicionamento da IHARA como parceira estratégica do produtor, especialmente em um momento em que produtividade e eficiência caminham lado a lado”.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
Agro
Dólar recua com avanço nas negociações entre EUA e Irã e inflação americana abaixo do esperado
Dólar cai com redução das tensões geopolíticas
O dólar registrou queda nos mercados internacionais, pressionado pelo aumento do otimismo em relação a um possível acordo de paz entre Estados Unidos e Irã.
Segundo o analista Rich Asplund, da Barchart, a moeda americana perdeu força após notícias indicarem a possibilidade de extensão do cessar-fogo de duas semanas, com negociações podendo ser retomadas nos próximos dias.
Como reflexo, o índice do dólar (DXY) recuou 0,33%, atingindo o menor nível em seis semanas.
Inflação nos EUA abaixo das expectativas pressiona moeda
Outro fator relevante para a queda do dólar foi a divulgação do índice de preços ao produtor (PPI) dos Estados Unidos, que veio abaixo do esperado.
Os dados indicam que:
- O PPI cheio subiu 0,5% no mês e 4,0% em relação ao ano, abaixo das projeções de 1,1% e 4,6%
- O núcleo do PPI (excluindo alimentos e energia) avançou 0,1% no mês e 3,8% no ano, também abaixo das expectativas
Apesar de ainda indicar pressão inflacionária, o resultado mais fraco reforça a percepção de desaceleração, contribuindo para a desvalorização do dólar.
Expectativa de juros também pesa sobre a moeda americana
O dólar segue pressionado também por perspectivas menos favoráveis para os diferenciais de juros globais.
De acordo com o analista, o Federal Reserve (Fed) pode realizar cortes de pelo menos 25 pontos-base em 2026, enquanto outros bancos centrais relevantes, como o Banco Central Europeu e o Banco do Japão, podem seguir caminho oposto, com possíveis elevações de juros no mesmo período.
Esse cenário reduz a atratividade relativa da moeda americana frente a outras divisas.
Euro e iene avançam diante da fraqueza do dólar
Com o enfraquecimento do dólar, outras moedas ganharam força no mercado internacional.
O euro apresentou valorização, com o par EUR/USD atingindo a máxima em seis semanas, em alta de 0,37%. O movimento também foi favorecido pela queda de cerca de 5% nos preços do petróleo, fator positivo para a economia da zona do euro, que depende de importação de energia.
Já o iene japonês também se valorizou, com o par USD/JPY recuando 0,48%. Além da fraqueza do dólar, a moeda japonesa foi sustentada pela revisão positiva da produção industrial do Japão e pela queda nos preços do petróleo, importante para um país altamente dependente de energia importada.
Ouro e prata sobem com dólar fraco e busca por proteção
Os metais preciosos registraram forte valorização no dia, acompanhando o recuo do dólar.
O ouro e a prata avançaram, com destaque para a prata, que atingiu o maior nível em três semanas e meia.
A queda do dólar tende a favorecer esses ativos, tornando-os mais atrativos globalmente. Além disso, a redução das preocupações inflacionárias pode abrir espaço para políticas monetárias mais flexíveis, outro fator de suporte para os metais.
Incertezas seguem sustentando demanda por ativos de segurança
Apesar do otimismo com possíveis avanços diplomáticos, o cenário internacional ainda apresenta riscos relevantes.
Entre os fatores que mantêm a demanda por ativos de proteção estão:
- Tensões geopolíticas envolvendo Estados Unidos e Irã
- Incertezas sobre políticas comerciais e tarifas americanas
- Turbulências políticas internas nos EUA
- Níveis elevados de déficit público
Além disso, medidas como o bloqueio naval no Estreito de Ormuz reforçam a percepção de risco global, sustentando o interesse por metais preciosos como reserva de valor.
Mercado global segue sensível a dados e geopolítica
O comportamento recente do dólar reflete um ambiente global altamente sensível tanto a indicadores econômicos quanto a eventos geopolíticos.
Nos próximos dias, a trajetória da moeda americana deve continuar atrelada à evolução das negociações no Oriente Médio, aos dados de inflação e atividade nos Estados Unidos e às expectativas sobre a política monetária das principais economias do mundo.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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