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Com ajuda do Olho Vivo, PMPR prende homem em flagrante por disk droga em Londrina

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Equipes da Rondas Ostensivas Com Aplicação de Motocicletas (ROCAM), vinculadas ao 5º Batalhão de Polícia Militar do Paraná (PMPR), prenderam na semana passada um homem em flagrante delito pelo crime de tráfico de entorpecentes, com apoio da tecnologia do Olho Vivo. A ação ocorreu na Avenida Arcebispo Geraldo Fernandes, no bairro Shangri-lá, em Londrina.

A operação teve início a partir de pistas recebidas pelas equipes de inteligência sobre atividade criminosa ligada a uma motocicleta Honda CG 160 Fan, utilizada na comercialização de entorpecentes na modalidade disk droga — sistema de entrega de drogas por encomenda. A Polícia Militar acionou a plataforma DO Olho Vivo, sistema de inteligência artificial das forças de segurança do Paraná, para monitorar o deslocamento do veículo.

Os policiais passaram a acompanhar a movimentação da motocicleta, mapeando a rotina e o padrão de deslocamento do condutor pela região central da cidade. Com provas em mãos do crime, equipes da ROCAM se deslocaram estrategicamente até um local indicado para a prisão e fizeram a abordagem no momento mais adequados.

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Durante a abordagem e revista pessoal, os policiais localizaram com o suspeito dois aparelhos de telefone celular e dinheiro em espécie. Ele também tentou descartar 15 porções de substância análoga à cocaína, totalizando aproximadamente 13 gramas, pouco antes da prisão.

O preso foi conduzido à Central de Flagrantes, juntamente com a motocicleta utilizada no crime, os entorpecentes, o dinheiro e os celulares apreendidos, para as devidas providências de Polícia Judiciária e apreciação da autoridade policial.

“O uso de IA e tecnologia, especialmente da plataforma Olho Vivo, tornou-se estratégico para a Polícia Militar do Paraná, permitindo monitorar suspeitos com base em dados e padrões de comportamento. A integração entre tecnologia e ação tática da ROCAM representa um policiamento mais inteligente, eficiente e orientado por evidências, respeitando a legalidade e as garantias constitucionais”, disse comandante do 5° BPM em Londrina, tenente-coronel Ricardo Fardim Eguedis

Fonte: Governo PR

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Combate às arboviroses no Paraná conta com monitoramento por sistema inteligente e de baixo custo

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O combate às arboviroses no Paraná ganhou um aliado tecnológico e estratégico que tem apresentado resultados práticos na saúde pública. Diferente das ações tradicionais de limpeza e monitoramento, a ovitrampa funciona como uma armadilha inteligente e de baixo custo. O sistema é formado por um vaso plástico preto preenchido com água, onde é inserida uma palheta de madeira áspera. Esse ambiente simula o local ideal para a reprodução do mosquito Aedes aegypti. Atraída pela água, a fêmea deposita seus ovos na palheta de madeira.

As armadilhas são instaladas em residências e comércios, distribuídas de forma homogênea, respeitando a distância de 300 a 400 metros entre elas. Após um período de cinco a sete dias, a equipe técnica municipal recolhe o material para análise.

“Desde 2019, a Sesa capacita as equipes de combate a endemias para utilizar e fazer o trabalho com as ovitrampas e, desta forma, fomos o primeiro Estado a estar 100% capacitado para o método que tem apresentado resultados bastante significativos”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, César Neves.

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“A ovitrampa não elimina o mosquito diretamente. Na prática, ela funciona como um sensor que possibilita o cálculo de índices mais precisos quanto à presença e quantidade do mosquito naquela região”, explicou o secretário.

Na análise das palhetas, que é feita em laboratório, é possível calcular a positividade, ou seja, a indicação da presença do mosquito, a densidade de ovos, que mede a quantidade de fêmeas depositando ovos na região e ainda determina a média geral de infestação do território. Com essas informações, é possível direcionar, com maior precisão, as ações práticas de controle vetorial.

MUDANÇA – O sistema de ovitrampas substitui o LIRAa (Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti) como principal metodologia de monitoramento do Aedes aegypti.

A diferença do LIRAa e das ovitrampas é que o LIRAa era realizado no máximo em ciclos de monitoramento bimestrais e a abrangência ocorria por amostragem de sorteio, o que levava a resultados momentâneos. Já a frequência das ovitrampas é quinzenal e abrange 100% do território urbano, gerando dados constantes.

Porém, o LIRAa permanece, com aplicação uma vez ao ano (entre outubro e novembro), como atividade complementar para identificar os tipos de criadouros predominantes no município, uma vez que esta metodologia busca encontrar de larvas do vetor nos depósitos presentes no ambiente.

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CONTROLE – O monitoramento e controle dos mosquitos do gênero Aedes (A. aegypti e A. albopictus) previnem a circulação dos vírus que causam dengue, chikungunya, zika e até febre amarela urbana. Por isso, o monitoramento sistemático com as ovitrampas permite ao município determinar quais são as áreas de maior risco vetorial e assim priorizar as ações de controle do mosquito, que é a principal forma de prevenção das arboviroses.

Esta conduta inclui, no ambiente privado (residências, comércios, edifícios públicos, entre outros), a eliminação dos criadouros e, no domínio público, a oferta de coleta de lixo, saneamento e abastecimento regular de água. Monitoramento e controle do vetor, dentre outras ações, quando bem implementadas e executadas, permitem reduzir o número de casos de arboviroses.

Fonte: Governo PR

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