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Política Nacional

Livro mostra importância da Agência Câmara para a cobertura política no país

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A Agência Câmara dos Deputados se consolidou como fonte primária de informação para a cobertura do Congresso Nacional, segundo pesquisa do jornalista Tiago Miranda.

O estudo resultou na dissertação de mestrado do repórter, que atua há mais de dez anos na Agência Câmara. A pesquisa foi publicada pelas Edições Câmara com o título “No centro da notícia: a Agência Câmara como fonte para a cobertura política”.

Em entrevista à Rádio Câmara, na sexta-feira (20), Miranda afirmou que a Agência Câmara foi criada em 2000 para servir como fonte primária para veículos que cobrem o Congresso. Ao longo de mais de 25 anos, o papel da Agência se ampliou e passou a alcançar diretamente os cidadãos.

Uso pelas redações
Uma das conclusões da pesquisa é que a Agência Câmara deixou de ser apenas um veículo oficial intermediário e passou a atuar como fonte primária de informação para grandes e pequenos veículos e para a sociedade em geral.

“Uma das conclusões foi que a Agência Câmara não era mais apenas um veículo oficial próprio para a imprensa, mas uma fonte primária de informação para grandes e pequenos veículos e para a sociedade em geral”, afirmou Miranda.

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Segundo o pesquisador, há dois usos principais do conteúdo produzido pela Agência:

  • grandes veículos com repórteres em Brasília utilizam a Agência Câmara para acompanhar temas fora do plenário, como debates nas comissões;
  • veículos regionais, muitas vezes sem estrutura na capital federal, reproduzem as matérias e, em alguns casos, acrescentam informações locais.

Credibilidade
Os jornalistas entrevistados na pesquisa avaliam a Agência Câmara como uma fonte confiável e completa.

Miranda destacou que esse reconhecimento é relevante diante do cenário de desinformação nas redes sociais. Segundo ele, um dos entrevistados classificou a notícia na Agência como “crua e completa”, sem puxar para um lado ou para o outro.

“Isso eu achei bem relevante, porque hoje em dia a gente pega essa questão das redes sociais, com muita desinformação, cada um querendo falar para sua própria bolha”, detalhou Miranda.

Perfil dos assinantes
A pesquisa constatou que os boletins eletrônicos da Agência Câmara são assinados majoritariamente por cidadãos comuns e por entidades da sociedade civil. Apenas cerca de 5% dos assinantes são veículos de imprensa.

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O livro “No centro da notícia: a Agência Câmara como fonte para a cobertura política”, de Tiago Miranda, está disponível para download gratuito na página das Edições Câmara.

Da Rádio Câmara
Edição – Rachel Librelon

Fonte: Câmara dos Deputados

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Política Nacional

Comissão do Esporte aprova uso de recursos federais para ampliar segurança em academias

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A Comissão do Esporte da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que prevê o uso de recursos do Fundo Nacional do Esporte (Fundesporte) para incentivar ações de segurança em academias de ginástica e outros centros esportivos.

A proposta aprovada é o substitutivo apresentado pela relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), que modificou o texto original (Projeto de Lei 6147/25) para adequá-lo às competências da União.

A redação inicial, da deputada licenciada Dayany Bittencourt (CE), previa a criação do Programa Nacional Academia Segura. A ideia era estabelecer uma adesão voluntária das empresas, que receberiam o selo Academia Segura se adotassem boas práticas de segurança, além de benefícios fiscais.

A relatora optou por uma redação diferente para evitar conflitos com a autonomia do Poder Executivo e com as competências dos estados. Em vez de criar um programa detalhado por lei, o novo texto altera a Lei Geral do Esporte para incluir a segurança nos estabelecimentos esportivos como um dos objetivos que podem receber financiamento do Fundesporte.

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De acordo com Laura Carneiro, a medida é importante em razão da frequência de acidentes durante a prática de exercícios. “Iniciativas que tornem esses ambientes mais seguros para seus usuários são bem-vindas e contam com nosso apoio”, afirmou a relatora.

A parlamentar apresentou que a proposta garante viabilidade financeira respeitando a gestão do governo federal. “Pretendemos assegurar recursos financeiros para o fomento dessas ações, preservando-se a autonomia do Poder Executivo na sua implementação”, disse Laura Carneiro.

Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado e, em seguida, sancionado pela presidência da República.

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Marcelo Oliveira

Fonte: Câmara dos Deputados

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