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Agro

Importação de fertilizantes pelo Brasil soma 6,6 milhões de toneladas no início de 2026

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Volume importado reflete manutenção da demanda no agronegócio

O Brasil iniciou 2026 com ritmo intenso nas importações de fertilizantes, mantendo o fluxo essencial para o abastecimento do setor agropecuário.

De acordo com levantamento da agência marítima Williams Brasil, foram agendadas importações que totalizam 6,607 milhões de toneladas entre 1º de janeiro e 2 de fevereiro deste ano.

O número reforça o papel estratégico dos portos brasileiros na logística de insumos agrícolas, especialmente diante do calendário de plantio e do planejamento de safra de grãos e outras culturas dependentes de adubos importados.

Porto de Santos concentra maior volume de fertilizantes

Entre os terminais portuários, o Porto de Santos (SP) é o principal ponto de entrada dos fertilizantes no país, com previsão de 2,021 milhões de toneladas desembarcadas no período.

Na sequência, o Porto de Paranaguá (PR) aparece com 1,508 milhão de toneladas, consolidando-se como o segundo maior destino de cargas do tipo no Brasil.

A movimentação reforça a relevância de ambos os portos na cadeia de suprimentos do agronegócio nacional, que depende fortemente das importações para atender às demandas de produção de grãos, frutas e outras culturas agrícolas.

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Levantamento considera embarcações em operação e previstas

O relatório da Williams Brasil leva em consideração embarcações já ancoradas, aquelas em área de fundeio aguardando atracação, e ainda os navios com chegada prevista até 8 de maio de 2026.

Esses dados ajudam a traçar um panorama atualizado da logística de insumos agrícolas e indicam que o Brasil mantém fluxo constante de importações, garantindo estoques suficientes de fertilizantes para as próximas etapas do ciclo produtivo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Agro

Mistura de terbutilazina + mesotriona alcança até 95% de controle de plantas daninhas no milho, aponta Estação Dashen

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Ensaios conduzidos pela Estação Dashen, no Norte do Paraná, validaram a eficácia da primeira mistura pronta de terbutilazina + mesotriona no controle de plantas daninhas na cultura do milho. Segundo os pesquisadores, a solução apresentou alto desempenho em aplicações pós-emergentes e também efeito residual no solo, com índices de controle que chegaram a 95% quando aplicada no momento correto.

A tecnologia, recentemente lançada no mercado brasileiro pela Sipcam Nichino sob a marca comercial Click® Pro, vem sendo estudada pela estação experimental há dois anos.

Nova tecnologia amplia alternativas no manejo de plantas daninhas

De acordo com o doutor em agronomia e especialista em plantas daninhas Jethro Barros Osipe, responsável pelos estudos na Estação Dashen ao lado de Robinson Osipe e Petrus B. Osipe, a terbutilazina representa uma evolução importante no manejo do milho.

A molécula é considerada uma alternativa à atrazina, que pode sofrer restrições regulatórias no Brasil. Além disso, apresenta boa performance no controle de espécies como soja voluntária e outras invasoras relevantes no sistema produtivo.

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Efeito residual no solo melhora manejo na safra seguinte

Os resultados dos ensaios indicam que a combinação terbutilazina + mesotriona oferece não apenas controle em pós-emergência, mas também ação residual no solo ao longo do ciclo da cultura.

Esse efeito reduz a infestação de plantas daninhas e facilita o manejo da área para as culturas subsequentes, contribuindo para maior eficiência operacional no sistema produtivo.

Alta eficiência no controle de invasoras no milho

Nas avaliações realizadas na última safra, a mistura foi aplicada em estádios iniciais do milho em áreas com presença de espécies como capim-pé-de-galinha, capim-carrapicho e caruru.

Segundo os pesquisadores, a solução apresentou desempenho consistente tanto em folhas largas quanto em gramíneas, com destaque para o controle de:

  • capim-pé-de-galinha
  • capim-amargoso
  • caruru
  • trapoeraba
  • leiteiro
  • picão-preto

A tecnologia também demonstrou eficácia sobre plantas daninhas resistentes ao glifosato, ampliando as opções de manejo no campo.

Controle integrado e aplicação em sistemas de consórcio

Outro destaque apontado pelos pesquisadores é a possibilidade de uso da mistura em áreas com Brachiaria em sistemas de consórcio com milho, o que reforça sua versatilidade dentro de diferentes estratégias de produção.

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Manejo correto é determinante para eficiência

Os resultados indicam que, quando aplicada no momento adequado — especialmente no início do desenvolvimento da cultura — a mistura pode alcançar até 95% de controle das plantas daninhas.

Para os pesquisadores, a adoção de novas tecnologias químicas com ação complementar e residual tende a fortalecer o manejo integrado e reduzir perdas na produtividade do milho, especialmente na segunda safra.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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