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Paraná

Atendimento ao turista reforça acolhimento e qualifica a experiência no Verão Maior

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O trabalho da Secretaria de Estado do Turismo do Paraná (Setu) reforça o acolhimento e a orientação, qualificando a experiência dos visitantes durante o Verão Maior Paraná. Ao longo da temporada, o Estado mantém quatro pontos fixos de atendimento ao visitante no Litoral, além de uma equipe itinerante que percorre diferentes balneários, ampliando o acesso às informações e aos serviços ofertados.

Os pontos fixos estão localizados em Caiobá, no município de Matinhos; no Balneário Shangri-lá e no terminal de embarque para a Ilha do Mel, ambos em Pontal do Paraná; e no Balneário Brejatuba, em Guaratuba. Além disso, a Van da Setu percorre diferentes localidades do Litoral, ampliando o alcance do atendimento aos turistas.

Desde o início do Verão Maior, em 15 de dezembro, foram feitos 5.340 atendimentos na carreta Caiobá, um espaço onde funcionários da Setu, acadêmicos selecionados para atuar no Verão Maior e e coordenadores para receber e atender aos turistas. No espaço, a Setu oferece orientação turística, informações sobre atrativos do Litoral e de outros territórios do Paraná, além de apoio com localização geográfica e deslocamento entre pontos turísticos.

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As estruturas também funcionam como local de acolhimento, permitindo que o visitante descanse e organize o roteiro durante a permanência no Estado. A Setu também disponibiliza o empréstimo de guarda-sóis, serviço bastante utilizado pelos turistas e elogiado pela praticidade e conforto oferecidos.

De acordo com o secretário estadual do Turismo, Leonaldo Paranhos, o trabalho desenvolvido no Litoral vai além da orientação básica e reflete o cuidado do Paraná com a experiência do visitante. “O turismo começa no acolhimento. Quando o visitante encontra informação clara, estrutura adequada e um atendimento humano, ele se sente seguro e bem recebido. É isso que estamos oferecendo no Litoral, com equipes preparadas e presença constante do Estado”, afirmou o secretário.

MAIS ESPECIAL – O turista argentino Santiago Nieva Heredia, de Tigre, na província de Buenos Aires, elogiou a estrutura e a diversidade das ações. “É um lugar muito bonito, limpo e seguro, com atividades para todas as idades. Isso valoriza o turismo e torna a experiência ainda mais especial”, afirmou.

“A cada ano, a estrutura melhora muito. As atividades são bem diversificadas, bem pensadas para a família, e isso nos traz tranquilidade”, afirma a turista Luciane Loth Fernandes, de Mallet, Centro-Sul do Paraná, que esteve no local acompanhada das filhas. “Uma vez minha filha se afastou e logo uma pessoa uniformizada veio avisar. Isso deixa a gente muito mais confiante, principalmente pela segurança, contou ela. “É tudo junto: a estrutura, as atividades, o atendimento às pessoas. Todos muito simpáticos, atendem bem mesmo. Torna a experiência realmente especial”, completou.

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Além do atendimento ao público, a equipe coordenada pela Setu também aplica o questionário da Pesquisa Verão Maior Paraná 2026, que tem como objetivo levantar informações sobre o perfil dos visitantes, hábitos de consumo e avaliação dos serviços, subsidiando ações futuras do Governo do Estado, auxiliando na qualificação contínua das ações voltadas ao turismo.

PROGRAMAÇÃO CONTÍNUA – O Verão Maior Paraná segue até as primeiras semanas de fevereiro, com programação contínua de shows, atividades esportivas e recreativas e serviços de apoio ao turista. Os pontos de atendimento da Setu funcionam diariamente. Para conhecer a programação completa, horários de funcionamento dos pontos de atendimento e dicas de deslocamento, acesse o site da Secretaria do Turismo do Paraná ou procure um dos postos de atendimento no Litoral. 

Fonte: Governo PR

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Ministro André Mendonça faz palestra magna na abertura do Encontro Nacional do Cira 2026

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça foi o responsável pela palestra magna na abertura do Encontro Nacional CIRA 2026 – Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos, nesta sexta-feira, 14 de agosto, no Ministério Público de São Paulo. Autor do prefácio do livro “Crimes contra a ordem econômica e tributária: desafios atuais e perspectivas”, lançado durante o evento, Mendonça tratou dos critérios para quantificar o dano, o enriquecimento ilícito e o produto de atividades criminosas.

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Em uma exposição de caráter técnico, o ministro discutiu os parâmetros que devem orientar a definição dos valores objeto de pedido de ressarcimento ou perdimento. Citou, entre outros exemplos, a Operação Sanguessuga e situações envolvendo gestores públicos em casos de fraude, para mostrar que a identificação do dano nem sempre pode ser reduzida a uma simples correspondência entre o valor contratado e o prejuízo causado.

A palestra dialoga diretamente com o prefácio assinado pelo ministro André Mendonça, sendo um dos temas centrais da coletânea os desafios jurídicos e práticos para investigar a criminalidade econômica, responsabilizar seus autores e recuperar valores decorrentes de atividades ilícitas.

André Mendonça discutiu os parâmetros que devem orientar a definição dos valores objeto de pedidos de ressarcimento ou perdimento. Ao citar exemplos como a Operação Sanguessuga e casos envolvendo gestores públicos, destacou que a identificação do dano não pode ser reduzida, em todos os casos, à diferença entre o valor contratado e o prejuízo causado.

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O ministro chamou atenção para a necessidade de distinguir produto da atividade ilícita, dano e enriquecimento ilícito. Segundo a abordagem apresentada, essa diferenciação é necessária para definir os valores que podem ser objeto de recuperação de ativos em casos de corrupção e improbidade administrativa.

Mendonça também apresentou referências do direito comparado, citando a legislação dos Estados Unidos, como o Civil Asset Forfeiture Reform Act (CAFRA), de 2000, e o Fraud Enforcement and Recovery Act (FERA), de 2009. Na experiência italiana, abordou o Decreto Legislativo nº 231/2001 e decisões da Corte de Cassação relacionadas à definição do produto obtido com a prática ilícita.

No ordenamento brasileiro, a análise passou pelo Código Penal, pela Lei de Lavagem de Dinheiro, pela Lei de Improbidade Administrativa e pela Convenção de Mérida.

Ao final, o ministro destacou a necessidade de critérios técnicos para a definição dos valores e do apoio das áreas da administração pública responsáveis pela receita. A adoção de uma metodologia mais precisa, segundo Mendonça, pode contribuir para dar maior segurança às investigações, às apurações e às decisões judiciais.

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Livro sobre crimes contra a ordem econômica e tributária é lançado durante Encontro Nacional do Cira 2026

Na sequência da programação, foi lançado o livro “Crimes contra a ordem econômica e tributária: desafios atuais e perspectivas”, coordenado pelo Procurador-Geral de Justiça, Francisco Zanicotti, e pelo promotor de Justiça Diego Gomes Castilho, ambos do Ministério Público do Paraná. Publicada em 2026 pela Editora Tirant Lo Blanch, a obra reúne estudos de especialistas sobre diferentes aspectos do direito penal econômico.

 A publicação tem 340 páginas e reúne artigos sobre investigação e responsabilização por crimes econômicos e tributários. Entre os temas estão a análise probatória em delitos financeiros complexos, fraudes estruturadas, empresas de fachada, recuperação de ativos e sonegação fiscal.

A coletânea também aborda a aplicação da Lei Anticorrupção, a individualização e a dosimetria da pena em crimes tributários e os limites da responsabilização penal de empresários e administradores.

Fonte: Ministério Público PR

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