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Curitiba

Trânsito de Curitiba terá mais seis faixas exclusivas para ônibus

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SMCS

O prefeito Rafael Greca e o governador em exercício Darci Piana assinaram nesta sexta-feira (19/7), no Palácio 29 de Março, o convênio que formaliza o repasse de R$ 90 milhões para a Rede Integrada de Transporte (RIT) de Curitiba e Região Metropolitana. Do total, R$ 50 milhões foram aportados pelo Município e os outros R$ 40 milhões pelo Estado.

O convênio celebrado permite a manutenção do valor da tarifa em de R$ 4,50, durante o período tarifário 2019-2020. A tarifa permanecerá neste preço até no mínimo fevereiro de 2020. Para garantir esse patamar tarifário, os recursos serão injetados no Fundo de Urbanização de Curitiba (FUC) a título de subsídio tarifário. Também foram anunciadas seis novas faixas exclusivas para ônibus na Capital, somando-se às sete já implantadas.

O convênio celebrado com o governo estadual também que possibilitará que a Prefeitura de Curitiba auxilie na operação de linhas metropolitanas de transporte coletivo com a implantação de seis novas faixas exclusivas dentro da cidade. As novas faixas exclusivas, como já acontece com as outras sete já implantadas na cidade, irão melhorar a velocidade operacional dos usuários urbanos e metropolitanos nos seus respectivos itinerários, além de permitir a integração entre Pinhais e o Terminal Centenário.

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As seis novas faixas exclusivas serão:

– Rua João (entre as ruas André de Barros e Almirante Gonçalves);

– Rua Alfredo Bufren (entre as ruas Presidente Faria e Tibagi);

– Avenida Marechal Deodoro (entre a Rua Ubaldino do Amaral até a Praça das Nações);

– Rua Emiliano Perneta (entre as ruas Dr. Muricy e Visconde de Nácar);

– Rua Amintas de Barros (entre as ruas Conselheiro Laurindo e Ubaldino do Amaral);

– Rua Imaculada Conceição (da altura do portão de entrada da Pontifícia Universidade Católica do Paraná – PUCPR até a Linha Verde).

As sete faixas exclusivas já existentes na cidade:

– Rua XV de Novembro (entre a Avenida Nossa Senhora da Luz e a Rua João Negrão);

– Rua Marechal Deodoro (entre a Rua João Negrão e a Alameda Dr. Muricy);

– Rua Conselheiro Laurindo (dois trechos, um na faixa da direita, entre a Rua Chile e a Av. Sete de Setembro; e outro na faixa da esquerda, entre a Av. Visconde de Guarapuava até a Travessa Itararé, próximo ao Terminal Guadalupe);

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– Rua Des. Westphalen (da Avenida Visconde de Guarapuava até a Avenida Presidente Getúlio Vargas);

– Rua General Mário Tourinho (entre a Avenida Vicente Machado e o terminal Campina do Siqueira)

– Rua André de Barros (a partir do cruzamento com a Rua 24 de Maio, na Praça Rui Barbosa, até a Rua Desembargador Westphalen);

– Ruas Alfredo Bufren e Amintas de Barros (entre as ruas Presidente Faria e General Carneiro).

Segundo o presidente da Urbs, Ogeny Pedro Maia Neto, as novas faixas exclusivas reduzirão o tempo de percurso dos ônibus, possibilitando melhor aproveitamento da frota e, também, diminuindo custos. “O ganho de tempo para os usuários do sistema de transporte se soma a uma economia média de cerca R$ 145 mil por ano em algumas linhas. É uma redução de custos muito representativa e torna nosso sistema cada vez mais eficiente”, concluiu Maia Neto.

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Curitiba

Jovem que estava desaparecida foi assassinada em Curitiba

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Desaparecida desde outubro deste ano, a jovem Ana Carla Dalacosta de Menezes foi encontrada morta em Curitiba. O corpo já havia sido localizado na manhã do dia 10 do mês passado, mas só nesta sexta-feira (19) foi identificado.

Ana era moradora de Rolândia e foi considerada desaparecida após sair de casa informando que iria atrás de um emprego em Maringá. Alguns dias depois, ela teria sido vista em Apucarana.

No entanto, Ana viajou para Curitiba e foi brutalmente assassinada na capital paranaense. O corpo foi localizado em chamas às margens do Rio Belém, na Rua Sérgio Venci, por moradores da região. A Guarda Municipal foi chamada e controlou o fogo.

A Polícia Científica realizou a perícia e contratou que ela pode ter sido morta asfixiada, antes de atearem fogo no corpo.

Nos últimos dias, o pai da vítima divulgou nas redes sociais sobre o seu desaparecimento, pois estranhou que ela estava há muitos dias sem se comunicar com a família. Ao descobrir que havia um corpo no Instituto Médico Legal (IML), de Curitiba, que batia com as características de Ana Carla, familiares foram até a capital e com um exame de arcada dentária, conseguiram confirmar que se tratava dela. A família também reconheceu as roupas que ela usava.

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A Divisão de Homicídios segue com a investigação para tentar identificar o autor ou autores do crime. A motivação do crime ainda é desconhecida.

O corpo de Ana Carla após ser liberado, deverá ser encaminhado para Rolândia onde acontecerá o enterro.

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