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Norte do Estado

TJ-PR nega pedido do Ministério Público para prender novamente avó de Eduarda Shigematsu

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G1 PR

A avó de Eduarda Shigematsu, morta no fim de abril em Rolândia, no norte do Paraná, vai continuar em liberdade. O Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) negou, na sexta-feira (5), um pedido do Ministério Público do Paraná (MP-PR) para que Terezinha de Jesus Guinaia voltasse para prisão.

A menina, que tinha 11 anos, foi morta e enterrada no quintal da casa família. O pai, Ricardo Seidi, confessou que enterrou o corpo da filha depois de encontrá-la morta em casa. Ele disse à polícia que a menina tinha se enforcado. No entanto, o exame do Instituto Médico-Legal (IML) apontou que a criança foi esganada. A avó foi presa quatro dias depois do corpo ser encontrado.

No dia 27 de junho, Terezinha e Seidi se tornaram réus por homicídio, ocultação de cadáver e falsidade ideológica. No mesmo dia que a denúncia foi aceita, a Justiça mandou soltar a avó de Eduarda, sem monitoramento eletrônico.

De acordo com o Ministério Público do Paraná (MP-PR), o crime de homicídio tem os agravantes de meio cruel, porque a menina foi asfixiada, por não terem dado chance de defesa para a criança e ainda por feminicídio, já que a agressão tem relação com o fato de a vítima ser mulher.

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Ainda conforme a denúncia, os acusados ainda tentaram adulterar a realidade dos fatos para dificultar a investigação.

Quatro dias depois de Terezinha Guinaia ser solta, o MP-PR entrou com um recurso no TJ-PR pedindo que ela voltasse a ser presa porque o caso gerou grande clamor social.

Após analisar o pedido, o desembargador Clayton Camargo disse que os elementos de prova contra a acusada, Terezinha Guinaia, são frágeis e que a mulher é ré primária, tem bons antecedentes, sempre teve residência fixa e tem um trabalho lícito.

“Contudo é de se destacar que a determinação da prisão preventiva somente em relação ao acusado Ricardo Seidi Shigematsu, se propõe porque a comoção social voltou-se para o executor direto do crime, no caso o pai da vítima”, diz um trecho da decisão.

“Não há prova concreta, por ora, de que a ré possa criar obstáculo à instrução criminal”, concluiu o desembargador.

A defesa de Terezinha Guinaia informou que, por enquanto, não vai se manifestar. O advogado de Ricardo Seidi não foi localizado.

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Arapongas:Motociclista perde a vida após acidente na PR-444

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Um motociclista de 47 anos morreu após um acidente na tarde deste sábado (4) na PR-444 em Arapongas. Socorristas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, Samu e da Viapar foram chamados por volta das 16h15, mas o homem não resistiu aos ferimentos.

Conforme testemunhas, a princípio, o motociclista que seria morador de Arapongas estava no Km1 quando teria desviado de um carro, porém atingiu um tambor que estava na rodovia, uma placa de sinalização, depois

caiu na canaleta, batendo a cabeça.

O local do acidente está em obras, tem uma faixa interditada, o tráfego segue em pista simples e foi instalado algumas lombadas pra controlar a velocidade.

As causas do acidente serão apuradas. O nome da vítima ainda não foi revelado.

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