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Primeira Jornada Regiões Turísticas fortalece potencial do setor no Sudoeste

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Mais de 150 empreendedores, agentes turísticos, entidades municipais e regionais do setor participaram nesta sexta-feira (19) da primeira edição das Jornadas Regiões Turísticas do Paraná, realizada em Pato Branco, no Sudoeste do Estado. A programação contou com oficinas, orientações do programa Turismo na Escola e dinâmicas de rodadas de negócios, uma forma de capacitar os envolvidos para que explorem de maneira segura, consciente e com visão de mercado, o potencial turístico de seus municípios.

O evento é idealizado e promovido pela Secretaria de Estado do Turismo (Setu), com apoio da Instância de Governança Regional (IGR) Vales do Iguaçu. A abertura reuniu prefeitos, secretários municipais e pessoas ligadas ao trade local. A proposta da iniciativa, que deve acontecer em todas as regiões do Estado, é fortalecer o turismo local e ampliar a rede de profissionais que atuam na área. 

Para a diretora-geral da Setu, Camila Aragão, escolher a região turística Vales do Iguaçu como sede da primeira edição das jornadas é um passo importante para ampliar as atividades neste setor. “Escolhemos essa região porque observamos o potencial do turismo aqui. Além disso, o evento serve para mostrar como o Governo do Paraná pode ajudar a alavancar esses atrativos únicos que existem no Sudoeste”, disse.

As oficinas ofertadas ao longo do dia abordaram diferentes questões envolvendo o potencial turístico do Sudoeste paranaense. Foram ministrados workshops sobre roteirização turística, marketing, capacitação no projeto Turismo na Escola e orientações sobre linhas de crédito para trabalhar o turismo desde a base.

O presidente da Agência de Desenvolvimento Regional do Sudoeste do Paraná, Rogério Sidral, disse que o evento é fundamental para unir a iniciativa privada, as entidades públicas e os moradores do entorno na ampliação da atividade turística. “Os participantes, com certeza, estarão preparados e com condições de propagar esse conhecimento pelos municípios. Os cases apresentados são similares às situações que temos na região. Esse evento foi um divisor de águas, com ações que vão fazer a diferença na vida do empreendedor” afirmou.

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OPORTUNIDADES – Para o secretário municipal de Indústria, Comércio e Turismo de Itapejara d’Oeste, Leonardo Lucine, os micro e pequenos empreendedores, espalhados pelos 42 municípios que fazem parte da região Vales do Iguaçu, encontraram nas oficinas novas ferramentas e conhecimentos para entrar de fato na cadeia do turismo. “A troca de experiências e conhecimentos vão fazer a diferença no trabalho diário”, afirmou.

“Os cases de sucesso que foram apresentados se somam aos que já pensamos para o turismo na região. É importante ter cada vez mais integração, conhecendo pessoas do mesmo ramo de outros municípios vizinhos e motivando a população a acreditar no potencial. Quando um município ganha destaque, devido à proximidade, os outros também são promovidos”, disse.

A professora e coordenadora educacional Silvana Machado participou da oficina de qualificação do projeto Turismo na Escola, Governo do Estado, que visa despertar nos alunos e professores o interesse em trabalhar com o turismo local. Para ela, os temas abordados vão agregar em suas atividades em sala de aula, que agora contam com o turismo como ferramenta de estudo. 

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“Hoje tivemos contato com muito aprendizado por meio da oficina. Já estou com muitas ideias, o turismo vai fazer com que as crianças aprendam e conheçam novos lugares da própria cidade. Temos na nossa cidade, Salgado Filho, muitos locais para conhecer com as crianças”, disse.

A rodada de negócios também oportunizou aos participantes ampliarem contatos, proporcionando uma interação coletiva, com propósito de gerar novas redes. O guia de turismo Franck Aflanio garante que a interação vai render bons frutos ao seu trabalho. “Acho que fiz 20 contatos em questão de 15 minutos de dinâmica e fiquei com o contato destas pessoas. Caso algum interesse dessas pessoas combine com as minhas intenções no turismo, eu posso falar com elas”, explicou.

EXPOSIÇÕES – Em paralelo aos debates, a secretaria estadual do Turismo montou um espaço no auditório da Universidade Tecnológica Federal do Paraná de Pato Branco. O local foi pensado para oferecer aos empreendedores locais a possibilidade de expor seus produtos turísticos e trabalhos artesanais.

A produtora de chocolates exóticos de Ampére Camila Crestani viu nesse espaço uma boa oportunidade de venda. “Além do chocolates exóticos, investimos nas embalagens bem feitas. As pessoas até se surpreendem com a qualidade dos produtos feitos no Sudoeste do Paraná. Por isso, expor no evento é extremamente válido, pois fomos apresentados a um marketing turístico que de fato pensa nos pequenos negócios, diferente de outras oficinas, que priorizam apenas os grandes empreendimentos”, comentou.

Fonte: Governo PR

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Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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