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Curitiba

Prefeitura cria Vale Alimentar e estende benefício a 17 mil estudantes carentes

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A Prefeitura de Curitiba instituiu o Vale Alimentar, no valor de R$ 70 mensal por família, para compensar a falta de alimentação nas escolas e nos CMEIs durante a paralisação das aulas, decretada em função da pandemia de coronavírus. Trata-se da extensão de um benefício que é dirigido as famílias em situação de vulnerabilidade social e que recebem o Bolsa Família do governo federal.

Aproximadamente 17 mil estudantes – 12,8 mil do ensino fundamental e cerca de quatro mil da educação infantil – serão beneficiados.

 

“Curitiba é maior que seus desafios e com estas medidas estamos garantindo alimentação para quem mais precisa”, afirma o prefeito Rafael Greca.

Como vai funcionar

As famílias irão retirar os alimentos em uma das 34 lojas do programa Armazém da Família, da Secretaria Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional (SMSAN), existentes no município. Para evitar a aglomeração de pessoas nas lojas, o atendimento será escalonado para 750 pessoas por dia.

Quem tiver direito ao benefício será cadastrado no sistema dos Armazéns da Família, com base em informações da Secretaria Municipal da Educação.

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Para pegar os alimentos, o responsável pelo estudante precisa se dirigir a uma das lojas, com o Cadastro de Pessoa Física (CPF) e um documento com foto em mãos.

A logística final de entrega está sendo concluída. O início da distribuição ainda será informado.

Montagem da cesta

O Vale Alimentar dá ao beneficiário a oportunidade de montar uma cesta com os gêneros que a família escolher.

Com R$ 70 é possível comprar nos Armazéns da Família – que vendem produtos até 30% mais baratos que nos mercados convencionais – uma cesta básica com 1 achocolatado 700g, 5kg de açúcar, 5kg de arroz branco tipo1, 500g de café a vácuo, 3 latas de extrato de tomate, 1kg de farinha de mandioca, 5kg de farinha de trigo, 2kg de feijão preto, 3 litros de leite integral, 1,5kg de macarrão c/ovos – espaguete e 1 óleo de soja 900ml.

Quem preferir usar o vale para comprar carnes poderá levar para casa 7kg de peito de frango congelado, 4,5kg de filé de tilápia congelada ou 4,5kg de pernil suíno.

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Curitiba

Defensoria Pública do Paraná emite recomendação aos postos de combustíveis sobre reajuste abusivo

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O Núcleo de Defesa do Consumidor (NUDECON) da Defensoria Pública do Estado do Paraná (DPE-PR) emitiu, nesta segunda-feira (14), uma Recomendação à entidade que representa os donos de postos de combustíveis do Paraná, o Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis Derivados de Petróleo, Gás Natural, Biocombustíveis e Lojas de Conveniência do Estado do Paraná (Paranapetro).

O objetivo, segundo o Coordenador do Núcleo, Defensor Público Erick Lé Palazzi Ferreira, é coibir o abuso quando a Petrobrás anunciar reajustes. “O que se viu em vários casos na última quinta-feira foi uma prática abusiva, uma elevação injustificada dos preços”, explica o Defensor.

De acordo com ele, a Recomendação pretende barrar a prática de repassar o reajuste com produto comprado por preço velho. “Antes de ter sido repassado o aumento, os postos já estavam aplicando. O que fizeram foi pegar um produto mais barato e colocar o preço exorbitante”.

Segundo a Recomendação, os varejistas de combustíveis devem se abster de aumentar os preços antes da existência real de reajuste das distribuidoras. “Caso haja reclamações e comprovação sobre aumento excessivo de combustíveis pelos postos, o Nudecon adotará as medidas judiciais cabíveis, individuais ou coletivas, para areparação de eventuais danos”, afirma a Recomendação.

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Na semana passada, a Petrobrás anunciou reajuste dos combustíveis. De acordo com a empresa, o aumento seria de 18,77% para a gasolina, 24,9% para o diesel e 16% para o gás de cozinha.

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