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Mundo

População mundial chegará a 9,7 bilhões em 2050, prevê ONU

Publicado

G1

A população mundial atingirá 9,7 bilhões de pessoas em 2050, um aumento de 26% em relação aos 7,7 bilhões atuais, segundo uma estimativa publicada pela ONU.

O estudo aponta também que o número de habitantes da África subsaariana vai dobrar.

A ONU prevê que a população mundial poderá chegar perto de 11 bilhões até 2100. O relatório “Perspectivas da população no mundo” confirma o envelhecimento da população mundial devido ao aumento da expectativa de vida e queda da fertilidade.

O número de países que sofrem redução da população aumentou, afirmou o Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais das Nações Unidas, que preparou o relatório.

Desde 2010, 27 países ou territórios tiveram uma diminuição de pelo menos 1% no tamanho de sua população, um fenômeno causado por baixos níveis de fertilidade.

Veja alguns destaques do estudo da ONU

  • Índia será o maior país do mundo em 2050, com 1,47 bilhão de pessoas
  • Níger é o país com a mais alta taxa de natalidade do mundo, de 6,95
  • Coreia do Sul tem o índice mais baixo: 1,11
  • A população do Japão deverá encolher 21% entre 2020 e 2050
  • O país deve seguir diminuindo até 2100, quando a população será cerca de 45% da atual
  • Entre 2015 e 2020, os EUA deverão receber um saldo de 4,7 milhões de imigrantes
  • A Alemanha está em segundo: devem ser 2,7 milhões de pessoas a mais que vão viver lá
  • Venezuela enfrenta a maior saída de habitantes: são 3,3 milhões a menos entre 2015 e 2020
  • índia é o segundo país com a maior perda líquida, com 2,6 milhões de emigrantes nesse período
  • mortalidade infantil caiu de 140, na década de 1950, para 29 na segunda metade da década de 2010
  • A taxa ainda é alta em países como a República Centro-Africana (82). Nas Américas, o Haiti, com 54, tem o pior índice
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Parque aquático em Daying, na província de Sichuan, na China, em 2016 — Foto: Reuters/China Daily

Parque aquático em Daying, na província de Sichuan, na China, em 2016 — Foto: Reuters/China Daily

China vai encolher

Em suas previsões, a ONU aponta que a população na China será reduzida em 31,4 milhões de habitantes, ou seja, 2,2%, entre 2019 e 2050.

A evolução da população de alguns países deve muito aos movimentos migratórios. Isso é confirmado em países como Bielorrússia, Estônia, Alemanha, Hungria, Itália, Japão, Rússia, Sérvia e Ucrânia, em que a migração ajuda a compensar a perda de população causada por um excesso de mortes em relação aos nascimentos registrados.

Metade do crescimento se concentrará em nove países

Para 2050, mais da metade do crescimento projetado para a população mundial se concentrará em nove países:

  • Índia
  • Nigéria
  • Paquistão
  • República Democrática do Congo
  • Etiópia
  • Tanzânia
  • Indonésia
  • Egito
  • Estados Unidos

O índice de nascimentos global, que caiu de 3,2 por mulher em 1990 para 2,5 em 2019, se estabilizará em 2,2 em 2050.

Essa última taxa se aproxima dos níveis de fecundidade de 2,1 nascimento por mulher necessários para garantir a substituição geracional e evitar a queda de população no longo prazo na ausência de imigração, indicou o comunicado da ONU.

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Peregrinos muçulmanos perto de Meca, na Arábia Saudita, em 2019 — Foto: Ahmad Al-Rubaye/AFP

Peregrinos muçulmanos perto de Meca, na Arábia Saudita, em 2019 — Foto: Ahmad Al-Rubaye/AFP

Pobres têm expectativa de vida sete anos mais baixa que a média

No que se refere a expectativa de vida, os habitantes dos países mais pobres continuam vivendo em média sete anos a menos que a população mundial.

Espera-se que, em 2050, alcancem os 77,1 anos, em comparação com os 72,6 anos de 2019, informou o relatório. Em 1990 a expectativa de vida era de 64,2 anos.

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Mundo

Índices da China fecham em máxima de mais de 2 meses por alívio com trégua comercial

Publicado

Por Reuters

 O mercado acionário chinês terminou no nível mais alto em mais de dois meses nesta segunda-feira (1), impulsionado pelas expectativas de um fim na guerra comercial entre Estados Unidos e China depois que os países concordaram em retomar as negociações e que os EUA disseram que irão adiar mais tarifas.

O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, terminou com alta de 2,88%, enquanto o índice de Xangai subiu 2,22%.

Embora não tenha havido sinais de progresso em importantes pontos da disputa comercial, a promessa de mais negociações e as concessões oferecidas pelo presidente dos EUA, Donald Trump, incluindo um alívio das restrições à Huawei, sustentou os mercados.

“Acreditamos que os resultados alcançados na cúpula do G20 ajudarão a melhorar o sentimento e entusiasmo do investidor, e esperamos que a recuperação do mercado continue”, disse Yan Xiang, analista do Guosen Securities.

Embora Trump tenha dito que as negociações estão “de volta aos trilhos”, as tarifas atuais continuam em vigor e a reunião com o presidente chinês, Xi Jinping, não resultou em nenhum prazo para um avanço no acordo.

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Em TÓQUIO, o índice Nikkei avançou 2,13%, a 21.729 pontos. Em HONG KONG, o índice HANG SENG permaneceu fechado. Em XANGAI, o índice SSEC ganhou 2,22%, a 3.044 pontos.

O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, avançou 2,88%, a 3.935 pontos. Em SEUL, o índice KOSPI teve desvalorização de 0,04%, a 2.129 pontos.

Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou alta de 1,53%, a 10.895 pontos. Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES valorizou-se 1,52%, a 3.372 pontos. Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 avançou 0,44%, a 6.648 pontos.

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