Polícial
Policiais da PMPR buscam medalha nas Paralimpíadas Militares, em São Paulo
Na útima terça-feira (3), uma delegação de policiais militares do Paraná partiu rumo a São Paulo para participar das Paralimpíadas Militares, um evento de destaque que reúne militares e agentes de segurança pública civis com deficiência física de todo o Brasil. Organizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro, o evento ocorrerá até o próximo dia 7 e promete ser uma oportunidade de superação e destaque para os atletas paranaenses.
Antes da viagem, ainda na segunda-feira (2), os atletas foram recebidos no Quartel do Comando-Geral pelo Chefe do Estado-Maior da PMPR, coronel Valmor Anderson Pereira. O coronel aproveitou a oportunidade para parabenizar os militares pela participação nas competições, algo que engrandece o nome da instituição, ao mesmo tempo em que lhes desejou sorte nas novas etapas. “Para nós, enquanto instituição, é extremamente gratificante ver os resultados da dedicação e superação destes policiais, o que tem lhes permitido alcançar resultados extremamente posisitvos”, afirmou o Chefe do Estado-Maior da PMPR.
Entre os destacados competidores do Paraná está o soldado Romualdo Gomes, que perdeu uma de suas pernas após um confronto armado em 2021. Ele compete na categoria de tiro esportivo e vê neste evento uma chance de se destacar em sua modalidade. “Diante dos desafios de hoje, eu compreendi que estar numa prova desta importância é muito gratificante para a minha trajetória de vida. Tenho muito a conquistar pela frente, com muita dedicação e treino, quem sabe em 2028 eu possa estar nas Paralimpíadas de Los Angeles”, declarou o soldado Romualdo.
A cabo reformada Luci Maria de Lima também representa o Paraná nas Paralimpíadas Militares, competindo na categoria de tiro esportivo com carabina, na divisão feminina. A cabo Luci, que teve a perna amputada devido a um acidente motociclístico, recentemente conquistou duas importantes medalhas. A primeira delas foi a medalha de ouro na Copa Brasil de Tiro Esportivo, realizada em julho, no Rio de Janeiro. Em outubro de 2022, ela voltou a subir ao pódio ao conquistar a medalha de ouro no Campeonato Conexão Paralímpica, em João Pessoa, na Paraíba. Seu objetivo profissional é claro: além de conquistar uma medalha nestas Paralimpíadas, ela almeja integrar a seleção brasileira.
O preparador físico dos policiais, Vitor Hugo, expressou confiança em relação ao desempenho dos atletas paranaenses na competição. A preparação física intensiva demonstra o comprometimento dos militares em levar o nome da PMPR e do estado ao pódio.
Outro participante de destaque do Paraná é o sargento Wilson Stein Sobrinho, de 61 anos, que perdeu uma de suas pernas em um acidente de carro. Reformado em 2016, ele busca a excelência nas competições e almeja uma medalha na categoria de tiro esportivo com carabina. A participação nas Paralimpíadas Militares é uma prova de que a dedicação aos esportes adaptados transcende a carreira militar.
As Paralimpíadas Militares fazem parte do Programa Militar Paralímpico (PMP), que tem como principal objetivo promover o esporte paralímpico como uma ferramenta de aprimoramento da qualidade de vida dos militares e agentes de segurança com deficiência física. Além disso, a competição conta com disputas de tiro com arco e tiro esportivo, modalidades que também servem para identificar possíveis talentos esportivos destinados ao esporte de alto rendimento.
Atletas dedicados e determinados como o soldado Romualdo, cabo Luci e sargento Stein, promovem o fortalecimento do esporte paralímpico paranaense e elevam o nome da Polícia Militar do Paraná para além das divisas do estado.
Comunicação Social da PMPR.
Fonte: Polícia Militar PR
Polícial
Fiscalizações da PMPR com apoio de cão farejador resultam na apreensão de drogas em Guaíra
A Polícia Militar do Paraná (PMPR), por meio do Batalhão de Polícia de Fronteira (BPFRON), apreendeu mais de 12 quilos de drogas durante fiscalizações realizadas entre segunda-feira (8) e terça-feira (9), em Guaíra, no Oeste do Estado. As ações, desenvolvidas no âmbito da Operação Brasil Contra o Crime Organizado/Fronteiras, contaram com o apoio do cão farejador K9 Ollie e resultaram na prisão de dois suspeitos por tráfico de drogas.
A primeira apreensão ocorreu na Ponte Ayrton Senna, durante a abordagem a um ônibus interestadual. Após sinalização do cão policial para uma mala suspeita, os militares localizaram 10,7 quilos de maconha. O proprietário da bagagem, um jovem de 18 anos, foi identificado e preso em flagrante.
Na segunda ocorrência, realizada na Rodoviária de Guaíra, o K9 Ollie indicou uma mochila pertencente a um passageiro de ônibus. Durante a vistoria, foram encontrados aproximadamente 2,1 quilos de entorpecentes, entre maconha e haxixe.
Os dois suspeitos foram encaminhados à Delegacia da Polícia Civil juntamente com as drogas apreendidas.
OPERAÇÃO PROTETOR – Coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, a Operação Protetor das Divisas e Fronteira está inserida no Programa Nacional de Enfrentamento das Organizações Criminosas (ENFOC) e tem o objetivo de desarticular grupos criminosos e reduzir a circulação de drogas, principalmente em rota de contrabando de mercadorias ilícitas nas regiões de fronteiras.
Fonte: Polícia Militar PR
-
Paraná7 dias agoEm Quatro Barras, MPPR denuncia ex-gerente de agência bancária por furto qualificado mediante fraude e abuso de confiança contra clientes
-
Educação7 dias agoPDDE Equidade: prazo de adesão é ampliado até 10 de junho
-
Política Nacional6 dias agoRelatório final do grupo de trabalho sobre combate à misoginia será apresentado na próxima quarta-feira
-
Política Nacional6 dias agoDeputado prevê rápida aprovação de controle sanitário para suplementos alimentares
-
Política Nacional7 dias agoTecnologias ameaçam proteção de vítimas e testemunhas, alertam debatedores
-
Paraná6 dias agoFeriado de Corpus Christi altera horários de museus, parques e órgãos estaduais
-
Paraná7 dias agoMPPR divulga datas dos atendimentos nos bairros de Curitiba no mês de junho
-
Agro7 dias agoEconomia brasileira volta a crescer em 2026, mas inflação elevada e juros altos mantêm desafios para o agronegócio
