Connect with us


Brasil

Pesca de praia com foco na sustentabilidade

Publicado em

O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) participou do 7º Open Brasil de Surfcasting Pesque e Solte, campeonato internacional de pesca esportiva de praia, que foi realizado nos dias 6 e 7 de junho de 2026, em quatro quilômetros de faixa de areia, da Praia de Morro Branco, em Beberibe, no Ceará.

A competição reuniu 172 praticantes de seis países (Brasil, Polônia, Paraguai, Chile, Espanha e Portugal). Os competidores foram organizados em equipes masculinas e femininas. 

A participação do Ministério proporcionou a oportunidade de acompanhar de perto a pesca esportiva em prática. A modalidade “pesque e solte” reforça os princípios da sustentabilidade ao priorizar a devolução dos peixes capturados ao ambiente natural após sua aferição e registro. Desta forma, contribui para a preservação dos estoques pesqueiros e dos ecossistemas aquáticos.

Além de seu caráter esportivo e recreativo, a pesca esportiva desempenha papel relevante no desenvolvimento econômico e social das localidades que recebem competições desse porte. O Ministério da Pesca e Aquicultura reconhece a modalidade como uma atividade estratégica para o fortalecimento do turismo sustentável e para a promoção do uso responsável dos recursos naturais. Quando praticada de forma consciente e alinhada aos princípios da conservação ambiental, a atividade contribui para a valorização dos ambientes aquáticos e para a sensibilização da sociedade sobre a importância da proteção dos recursos pesqueiros.

Leia mais:  Ministra Luciana Santos destaca investimentos do MCTI para fortalecer o Programa Espacial Brasileiro

 

ASCOM

Ministério da Pesca e Aquicultura 

 

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

Comentários Facebook

Brasil

Brasil bate recorde histórico e ultrapassa 726 mil jovens aprendizes no mercado de trabalho

Published

on

O Brasil registrou um saldo positivo de 54.821 jovens aprendizes inseridos no mercado de trabalho entre janeiro e abril de 2026. Com esse resultado, o estoque de contratos ativos atingiu, em abril, 726.025 trabalhadores na faixa etária entre 14 e 24 anos — o melhor desempenho já registrado em toda a série histórica.

Os dados são do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), responsável por fiscalizar e acompanhar o cumprimento da Lei da Aprendizagem (Lei nº 10.097/2000). O saldo positivo representa a diferença entre admissões e desligamentos no período.

Para o diretor do Departamento de Políticas de Trabalho para a Juventude do MTE, João Victor da Motta, o crescimento contínuo e sustentado da aprendizagem profissional nos últimos quatro anos reforça a importância de políticas públicas de fomento ao primeiro emprego e à qualificação profissional.
“Esse processo consolida a aprendizagem profissional como a mais importante ferramenta de inserção profissional de jovens brasileiros, de forma segura e protegida, com garantia de direitos trabalhistas e a oportunidade de aprender com o trabalho”, destaca Motta.

Do total de 54.821 novos contratos no quadrimestre, 35.751 foram abertos pela Indústria, seguida pelos setores de Serviços (7.613), Comércio (5.056), Construção Civil (5.050) e Agropecuária (1.351). A maior parte dessas vagas está nas áreas de serviços administrativos (24.943) e produção de bens e serviços industriais (11.902). O saldo corresponde à diferença entre admissões e desligamentos.

Leia mais:  Ciência aponta rota para superar crise climática, mas alerta para lobbies e falta de financiamento

Apenas no mês de abril, o saldo de novos contratos foi de 8.772. Desse total, 2.733 foram abertos na Indústria, seguida pelo Comércio (2.547), Serviços (2.010), Construção Civil (835) e Agropecuária (647).

Perfil dos jovens aprendizes no país

Os dados revelam que, dos 726.025 aprendizes em atividade no país, 52,91% são do sexo feminino e 47,09% do sexo masculino. Em relação à raça/cor, 47,22% são pardos; 41,59% brancos; 9,95% pretos; 0,58% amarelos e 0,25% indígenas.

Na divisão por faixa etária, 65,67% têm até 17 anos, 33,97% têm entre 18 e 24 anos e 0,36% têm mais de 25 anos — grupo composto por pessoas com deficiência, para o qual a legislação não estabelece limite máximo de idade.

Lei da Aprendizagem (Lei nº 10.097/2000)

A Lei da Aprendizagem estabelece que o contrato de aprendizagem tem caráter especial e duração máxima de até dois anos. O jovem aprendiz tem carteira de trabalho assinada e garantia de direitos trabalhistas e previdenciários, além de proteções específicas. Entre os direitos assegurados estão o 13º salário, o pagamento de salário mínimo por hora e o recolhimento do FGTS com alíquota de 2%.

A jornada de trabalho é reduzida, sendo de até seis horas diárias para quem ainda não concluiu o ensino fundamental, podendo chegar a oito horas para quem já concluiu o ensino médio. A carga horária inclui as atividades teóricas na entidade formadora. As férias devem coincidir com o período escolar.

Leia mais:  Ministro da Saúde inaugura novas instalações nos hospitais do Andaraí e Cardoso Fontes, como parte do Plano de Reestruturação dos Institutos Federais

Além disso, é proibido que menores de 18 anos exerçam atividades insalubres, perigosas, em horário noturno (entre 22h e 5h) ou funções que prejudiquem seu desenvolvimento físico, moral ou psicológico.

Quem pode ser jovem aprendiz?

Podem participar jovens entre 14 e 24 anos incompletos. Aqueles que ainda não concluíram a educação básica devem estar obrigatoriamente matriculados e frequentando o ensino fundamental ou médio.

A contratação não pode ocorrer de forma isolada pela empresa: o jovem deve estar vinculado a curso de aprendizagem profissional oferecido por entidade formadora reconhecida e cadastrada no MTE, como o Sistema S (Senai, Senac, Senat), escolas técnicas ou organizações sem fins lucrativos.

Consulte aqui as entidades habilitadas em seu município.

Quem é obrigado a contratar?

A contratação de jovens aprendizes é obrigatória para estabelecimentos de qualquer natureza que tenham pelo menos sete empregados em funções que demandem formação profissional. As empresas devem preencher entre 5% (mínimo) e 15% (máximo) do seu quadro de funcionários nessas funções com jovens aprendizes.

Acesse o Programa de Disseminação das Estatísticas do Trabalho (PDET) para mais informações.

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262