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Paraná Clube busca a primeira ‘trinca’ em 16 meses

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Bem Paraná - Silvio Rauth Filho

O Paraná Clube busca a terceira vitória consecutiva neste sábado (dia 13), quando recebe na Vila Capanema, às 19 horas, o Bragantino, líder da Série B. O time paranaense vem de vitórias seguidas sobre Operário e Coritiba, ambas pela segunda divisão nacional.

A última vez que o Paraná conseguiu uma ‘trinca’ foi em março de 2018, quando derrotou Coritiba, FC Cascavel e Foz pelo Campeonato Paranaense. Em seguida, a ‘trinca’ virou uma ‘quadra’, com mais uma vitória sobre o Maringá. Nos 16 meses seguintes, o clube conseguiu no máximo duas vitórias seguidas.

Considerando apenas as competições nacionais, a última trinca foi em 2017, na Série B, entre 6 de setembro e 19 de setembro, com vitórias seguidas sobre Goiás, Londrina e Guarani. A trinca novamente virou uma quadra com o 3 a 0 sobre o Náutico, em 26 de setembro.

ESCALAÇÃO
O técnico Matheus Costa não deu pistas sobre a escalação para enfrentar o Bragantino. Os desfalques são o zagueiro Rodolfo e o centroavante Jenison, suspensos por amarelos. A vaga de Rodolfo deve ficar com Leandro Almeida e a de Jenison, com Ramon.

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A lateral-direita tem uma disputa entre Éder Sciola, Sueliton e Léo Príncipe, recém-contratado.

BRAGANTINO
O Bragantino vem com força máxima para a partida. O time aproveitou a pausa de um mês para a Copa América para excursionar pela Europa. Nesse período, venceu amistosos contra Levski Sofia (Bulgária), Ferencvaros (Hungria), Légia Varsóvia (Polônia) e Honvéd (Hungria).

Na Série B, o Bragantino somou seis vitórias, um empate (com o Sport) e uma derrota (para o Londrina). Só sofreu dois gols e marcou 13. Segundo dados do Footstats, o time paulista é quem mais acerta dribles, o primeiro em média de finalizações, o segundo em desarmes certos e o terceiro na precisão de passes. Também lidera em posse de bola, com 58%.

PARANÁ x BRAGANTINO
Paraná: Thiago Rodrigues; Éder Sciola (Léo Príncipe), Eduardo Bauermann, Leandro Almeida e Guilherme Santos; Luiz Otávio, Itaqui, Matheus Anjos, João Pedro e Bruno Rodrigues; Ramon. Técnico: Matheus Costa
Bragantino: Júlio César; Aderlan, Léo Ortiz, Ligger e Edimar; Barreto, Ullian Correia e Ytalo; Wesley, Claudinho e Thiago Ribeiro. Técnico: Antonio Carlos
Árbitro: Felipe Fernandes de Lima (MG)
Local: Vila Capanema, sábado às 19 horas

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Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial

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Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.

A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.

Sobrevivência e Estratégia

A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.

O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.

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Drama Local e Pódio Inédito

A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.

Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Feitos Históricos no Pelotão Intermediário

A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.

Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto

Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.

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Resultado

  1. Kimi Antonelli (Mercedes)
  2. Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
  3. Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
  4. Oscar Piastri (McLaren) +24s261
  5. Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
  6. Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
  7. Pierre Gasly (Alpine) +30s369
  8. Alexander Albon (Williams) +33s413
  9. Esteban Ocon (Haas) +37s140
  10. Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
  11. Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
  12. Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
  13. George Russell (Mercedes) +43s353
  14. Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
  15. Franco Colapinto (Alpine) +48s964

Fonte: Esportes

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