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Palmeira bate Atletico-PR em casa por 2 a 0 e conquista a Recopa

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Campeão da Libertadores 2021, Palmeiras recebeu a equipe do Athletico-PR, campeã da Copa Sul-Americana 2021, na noite desta quarta-feira (02), no Allianz Parque, pelo jogo de volta da decisão da Recopa Sul-Americana – o jogo de ida foi 2 a 2 na Arena da Baixada (na ocasião, o Verdão buscou o empate duas vezes com gols de Jailson e Raphael Veiga, no fim). E no jogo do título, o placar de 2 a 0, com gols de Zé Rafael, de falta, aos quatro minutos do segundo tempo, e de Danilo, aos 42, garantiu ao Maior Campeão do Brasil o caneco até então inédito da Recopa.

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Este foi o quinto título conquistado pelo Alviverde no Allianz Parque. Inaugurada neste atual formato em 2014, a nova arena do Verdão já registrou o seu primeiro título conquistado em 2015, o da Copa do Brasil, sobre o Santos, nos penais; depois em 2016, o Alviverde garantiu o Brasileirão em vitória por 1 a 0 sobre a Chapecoense em 27/11. A terceira conquista foi em cima do maior rival, o Corinthians, em 08 de agosto de 2020, em decisão por penalidades; já a quarta foi a Copa do Brasil de 2020, cuja final fora disputada no início de 2021, teve como adversário o Grêmio, e o Verdão venceu por 2 a 0 com gols de Crias da Academia (gols de Wesley e Gabriel Menino).

Vale lembrar que, além dos quatro títulos que o Verdão conquistou no Allianz Parque, levantou também a taça do Brasileirão de 2018 na última rodada daquela edição do Nacional, contra o Vitória. Entretanto, o título foi, de fato, consumado uma rodada antes, contra o Vasco da Gama, no São Januário.

Além disso, o título desta noite reforçou outra estatística favorável do Verdão em decisões: das cinco finais de mata-mata disputadas no Allianz Parque (ou seja, a segunda de eventuais jogos de ida a e volta), quatro foram vencidas pelo Alviverde: além da Recopa de hoje, houve a Copa do Brasil de 2015 e de 2020, e o Paulista de 2020 – ficou com o vice apenas no Paulista de 2018, em jogo marcado por uma arbitragem polêmica. Vale lembrar, no entanto, que houve ainda outras duas disputas de finais na arena palmeirense, mas que não foram os duelos de volta decisivos (e sim os de ida): contra o Santos, pela final do Paulista de 2015 (venceu por 1 a 0 em casa) e diante do São Paulo, pela final do Paulistão de 2021 (empatou sem gols no duelo de ida, no Allianz Parque).

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Este duelo contra o Furacão pode ser considerado histórico também pelo fato de que esta foi a primeira final de uma competição internacional realizada na história do Allianz Parque. No antigo estádio Palestra Italia, antes da reforma – iniciada em 2010 e concluída em 2014 -, o Verdão participou de quatro decisões em competições internacionais: três de Copa Mercosul (1998, vitória do Palmeiras; 1999, vitória do Flamengo; e 2000, vitória do Vasco da Gama), além de uma final da Copa Libertadores da América (1999, vitória do Palmeiras). Já considerando a Recopa, Portanto, são três títulos em cinco disputas internacionais na história do estádio, porém, coube a esta Recopa a primazia de ser somente considerando o formato Allianz Parque (a partir de 2014).

E as ótimas marcas do Palmeiras realçadas por esta conquista inédita não param por aí. Em sua casa, o Verdão melhorou ainda seu retrospecto em jogos de mata-mata: considerando a Era Allianz Parque (desde 2014), este foi o trigésimo duelo decisivo (ou seja, a segunda de eventuais jogos de ida a e volta) e, deste total, na grande maioria das vezes o Verdão saiu vencedor, avançando de fase ou conquistando o título 23 vezes, contra apenas sete vezes em que ficou pelo caminho ou com o vice-campeonato.

Coube ao Maior Campeão do Brasil ainda duplicar seu número de conquistas internacionais em um período de dois anos: além de um título inédito, a Recopa Sul-Americana foi o sexto troféu internacional do Verdão, juntando-se ao Mundial de 1951, Tri da Libertadores (1999, 2020 e 2021) e Copa Mercosul (1998). Apenas com Abel, foram as Libertadores de 2020 e 2021 – portanto, essa taça representa o terceiro título internacional do Alviverde em menos de dois anos (ou seja, 50% das conquistas desta natureza em toda a história palmeirense).

E quando o assunto é competição internacional, o Palmeiras tem tradição. Esta foi simplesmente a 14ª final de competição internacional de sua história (sem levar em conta troféus de ocasião e torneios amistosos, como o Ramón de Carranza, por exemplo). Ao todo, são seis conquistas e oito vices, tendo vencido o Mundial de Clubes de 1951, a Copa Mercosul de 1998, e as Libertadores de 1999, 2020 e 2021 e, agora, a Recopa Sul-Americana 2022; e ficando com o vice das Libertadores de 1961, 1968 e 2000, das Copas Mercosul de 1999 e 2000, do Mundial de Clubes de 1999 e 2021, e da Recopa Sul-Americana de 2021.

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Individualmente, Abel Ferreira e sua comissão técnica seguem detentores de marca avassaladora no retrospecto de jogos decisivos: agora venceram 16 de 23 disputas (ou seja, considerando que valiam acesso à próxima fase ou título de qualquer competição), enquanto ficaram pelo caminho ou com o vice em apenas sete ocasiões – saldo extremamente favorável.

Abel, aliás, com a disputa da Recopa 2022, ultrapassou Vanderlei Luxemburgo em números de finais disputadas pelo Palmeiras e se isolou na segunda colocação, chegando à sua oitava decisão, contra sete de Luxa – o português venceu quatro (Libertadores de 2020 e 2021, a Copa do Brasil de 2020 e Recopa Sul-Americana 2022) e perdeu quatro (Paulista de 2021, Recopa Sul-Americana de 2021, Supercopa do Brasil de 2021 e agora o Mundial de Clubes 2021), enquanto Luxa venceu seis (Paulistas de 1993, 2008 e 2020, Brasileiros de 1993 e 1994 e Rio-São Paulo de 1993) e perdeu uma (Copa do Brasil de 1996). Ambos estão atrás apenas do recordista Felipão, com 10 (cinco títulos e cinco vices).

Engana-se quem pensa que as marcas de Abel Ferreira param por aí. Após esta final, o português se igualou a Felipão com o maior número de finais em torneios internacionais pelo Alviverde. Além da decisão da Recopa Sul-Americana 2022, Abel chegou na decisão da Copa Libertadores de 2020 e 2021, da própria Recopa em 2021, além do Mundial Interclubes em 2021. Scolari decidiu os títulos da Libertadores em 1999 e 2000, da Copa Mercosul em 1998 e 1999, e do Mundial Interclubes, em 1999. Desta forma, ele se tornou o treinador mais vitorioso em competições internacionais na história do Verdão (duas Libertadores e uma Recopa), seguido de Felipão, com duas conquistas (uma Copa Mercosul e uma Libertadores).

Por fim, ao ter conduzido o time à conquista da Recopa, Abel Ferreira igualou os uruguaios Humberto Cabelli e Ventura Cambon como o quarto técnico com mais títulos na história do Palmeiras: quatro no total (à frente deles, só Felipão, com seis títulos; Brandão, com sete; e Luxemburgo, com oito). E além de ter se tornado o quarto treinador mais vitorioso da história do clube em termos de títulos, Abel virou, de quebra, o estrangeiro mais vitorioso da história do Palmeiras, ao lado dos uruguaios Humberto Cabelli e Ventura Cambon, todos com quatro títulos.

fonte: https://www.palmeiras.com.br/noticias/palmeiras-bate-athletico-pr-em-casa-por-2-a-0-e-conquista-inedita-recopa/

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Inter larga em desvantagem nas oitavas da CONMEBOL Sul-Americana

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Fora de casa, o Colorado foi superado pelo Colo-Colo-CHI, nesta noite de terça-feira (28/06), na partida de ida das oitavas de final da CONMEBOL Sul-Americana. Lucero e Solari marcaram os gols da vitória de 2 a 0 do time da casa, que fez valer o fator local para largar em vantagem no embate eliminatório.

+ Confira a galeria de fotos da partida;

O Inter voltará a campo no próximo sábado (02/07), às 19h, pelo Brasileirão. Fora de casa, o time de Mano Menezes enfrentará o Ceará em duelo da 14ª rodada do Nacional. Já o confronto de volta contra os chilenos está marcado para a terça-feira que vem (05/07), no Beira-Rio, às 21h30. Contamos com teu apoio na luta pela classificação!

Apoio da torcida será fundamental na semana que vem/Foto: Ricardo Duarte

Começo movimentado

Os chilenos demonstraram sua simpatia pelos escapes em velocidade ainda no primeiro minuto, quando Solari recebeu com espaço na área colorada e finalizou por baixo. Sem rebote, Daniel defendeu. Pouco depois, quem interceptou chegadas rivais pela direita foi Mercado, preciso para travar Lucero aos quatro e aos seis.

Daniel voltou a trabalhar aos sete, diante de cabeceio de Pávez. O rival teve espaço para finalizar, mas não desviou com força. Servido por Heitor, Johnny respondeu segundos mais tarde, quando seu canhotaço morreu nos braços de Cortés. O escape do volante incendiou o Inter, que quase abriu a conta aos nove. Acionado por Alan, Pedro Henrique mandou uma bomba que passou de Cortés, mas explodiu no poste.

Pedro Henrique quase abriu o placar no começo de jogo/Foto: Ricardo Duarte

Postergando o movimentado início de confronto, Lucero abriu o placar aos 12 e quase ampliou nos minutos 16 e 17. Frente ao bom momento do adversário, o Inter tratou, primeiro, de equilibrar a posse de bola. Depois, voltou a assustar com Alan, que apareceu nas costas de Alemão, recebeu o pivô do centroavante e só não empatou por corte decisivo da marcação rival. Já atrás, Mercado seguiu com desarmes importantes para conter o ímpeto local.


Erros de passe, polêmica de arbitragem

Se o primeiro tempo foi inaugurado com jogo bastante aberto, o recomeço de partida correu muito mais truncado, e o roteiro favoreceu o Colo-Colo, que marcou o seu aos nove. Após grande confusão na intermediária de ataque mandante, Solari invadiu a área vermelha e finalizou rasteiro para anotar o segundo chileno.

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Segundo tempo foi bastante truncado/Foto: Ricardo Duarte

Daí em diante, os erros de passe roubaram os holofotes do embate, que tinha o 2 a 0 encaminhado como resultado final até os 43, instante em que Estêvão descontou para o Inter. Inicialmente confirmado, o lance foi anulado após longa consulta do árbitro ao VAR. Na próxima terça-feira (05/07), o Clube do Povo contará com o apoio de sua torcida para reverter a desvantagem e buscar a classificação às quartas da América.


Primeiro tempo

1min – Solari recebe de Leo Gil e chuta por baixo. Daniel encaixa.

6min – Falcon, de cabeça, serve Pávez, que tem espaço em frente ao gol vermelho. Sem força, porém, ele manda nos braços de Daniel.

7min – Valeu, Johnny! Da entrada da área, volante arrisca de perna canhota. Goleiro encaixa.

9min – NA TRAAAAAAAAAAAAAVE! Alan Patrick estica jogo para Pedro Henrique, que domina na quina esquerda da grande área, corta para dentro e solta a bomba. Ela passa do goleiro, mas explode no poste chileno.

12min – Lucero recebe de Costa e abre o placar para os donos da casa.

16min – Pela direita da área colorada, Solari finaliza cruzado e rasteiro. A bola passa em frente a Daniel e fica longa para Lucero, saindo pela linha de fundo. Árbitro indicou escanteio.

16min – Amarelo para Gabriel.

17min – Após escanteio cobrado na primeira trave, Lucero fica com a posse na esquerda da pequena área do Inter e tenta de bicicleta. Mandou para fora.

27min – Com dores, Renê deixa o campo. Entra Moisés.

30min – TIIIIIIIIIRA A ZAGA! Alemão ganha da marcação no corpo e deixa para Alan Patrick, que invade a área e arrisca de perna direita. No limite, rival consegue o corte.

33min – Costa, pela esquerda, chega até as cercanias da pequena área colorada e tenta de canhota. Forte, ela sai em tiro de meta.

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41min – MERCAAAAADO! Costa cruza bola muito perigosa da esquerda, e zagueiro colorado aparece no momento decisivo para afastar.

45min – Mais dois. Vamos a 47!

47min – Intervalo em Santiago.


Segundo tempo

0min – Inter volta com Moledo em campo. Heitor deixa o campo.

1min – Pedro Henrique recebe na ponta-esquerda, finta em cima do marcador e cruza bola fechada. Goleiro encaixa.

9min – Solari amplia para os donos da casa.

16min – Fuentes recebe o cartão.

17min – Duas trocas no Inter: David e Mauricio substituem Alan Patrick e Gabriel.

18min – Colo-Colo assusta no contra-ataque. Lançado, Gil chuta com desvio em Mercado, e a bola sai em escanteio.

24min – Lucero impede contra-ataque do Inter. Falta e amarelo apresentados.

28min – Fuentes sai de maca e é substituído por Pizarro.

31min – Estêvão completa as trocas no Clube do Povo. Pedro Henrique deixa o campo.

35min – De voleio, Gil quase marca o terceiro do Cacique.

40min – UHH! De fora da área, Mauricio arrisca de perna canhota. Levou perigo, mas saiu ao lado.

42min – Estêvão desconta para o Inter.

47min – Após longa consulta ao VAR, árbitro anula o gol colorado. Indicou infração na origem da jogada.

47min – Por reclamação, Mauricio leva o amarelo.

48min – Gutiérrez vem a campo no lugar de Solari.

49min – Mais cinco.

54min – Partida encerrada.


Ficha técnica:

Colo-Colo (2): Cortés; Opazo, Falcon, Zaldivia e Suazo; Fuentes (Pizarro), Leonardo Gil e Pavez; Solari (Gutiérrez), Lucero e Costa. Técnico: Gustavo Quinteros.

Internacional (0): Daniel; Heitor (Rodrigo Moledo), Mercado, Vitão e Renê (Moisés); Gabriel (Mauricio), Johnny, Edenilson, Alan Patrick (David) e Pedro Henrique (Estêvão); Alemão. Técnico: Mano Menezes.

Gols: Lucero, aos 12’/1ºT, e Solari, aos 9’/2ºT (C).

Cartões amarelos: Fuentes e Lucero (C). Gabriel e Mauricio (I).

Arbitragem: Patricio Loustau, auxiliado por Ezequiel Brailovsky e Facundo Rodrigues. Quarto árbitro: Fernando Echenique. VAR: German Delfino.

Estádio: Monumental David Arellano-CHI.

fonte: https://internacional.com.br/noticias/cronica-colo-colo-chi-x-internacional-oitavas-de-final-conmebol-sul-americana

Fonte: Agência Esporte

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