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Curitiba

‘Me senti voando para fora’, diz jovem que caiu após porta de ônibus abrir em Curitiba

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Por G1 PR e RPC Curitiba

O jovem que ficou ferido após cair de um ônibus do transporte público de Curitiba, na noite de quinta-feira (11), falou sobre o caso e afirmou que a porta abriu sozinha durante uma curva.

“Quando ele fez a curva, eu senti que eu me encostei na porta, e a porta fez um estalo muito forte. Quando fez esse estalo, ela se soltou completamente, e eu me senti voando para fora do ônibus”, disse o passageiro João Carlos de Morais.

O ônibus fazia a linha Santa Rita/Pinheirinho. Segundo o Corpo de Bombeiros, a ocorrência foi entre as ruas João Lunardelli e Hasdrúbal Bellegard, no bairro Tatuquara. O passageiro teve ferimentos no braço e na cabeça.

A Urbanização de Curitiba (Urbs) informou que o veículo passou por vistoria, que confirmou que houve ruptura de um pino da porta dois. Por causa disso, segundo a Urbs, “ela ficou neutra e se abriu quando pressionada por passageiro. Devido às características de fixação da peça, a região danificada não é observada visualmente nas inspeções periódicas da frota”.

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Conforme a Urbs, a última inspeção no ônibus foi feita no dia 27 de junho. A Urbs informou que orientou a empresa a substituir todos os pinos dos veículos do mesmo modelo e ano de incorporação à frota, em atividade no transporte público da cidade.

Ainda de acordo com a Urbs, a recomendação para os passageiros é para que não se encostem nas portas dos veículos.

O Sindicato das Empresas de Ônibus de Curitiba e Região Metropolitana (Setransp), disse que o motorista do ônibus em que houve o acidente parou o veículo assim que percebeu o caso, e que acionou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência Curitiba (Samu) para prestar socorro.

A Setransp informou que vai investigar o que aconteceu e que a empresa responsável pela linha prestou auxílio ao passageiro.

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Curitiba

Crise de abastecimento de remédios chega aos postos de saúde no Paraná

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A crise de abastecimento de remédio não só continua nas farmácias como já afeta os postos de saúde gerenciados pelas Prefeituras dos municípios do Paraná. Um ofício publicado no dia 22 de junho pelo Consórcio Paraná Saúde, que atua na aquisição de medicamentos para 398 municípios paranaenses, alertou sobre os medicamentos que estarão em falta para os próximos lotes de abastecimento.

Entre os remédios que podem faltar estão alguns essenciais para o tratamento de síndromes respiratórias, como Amoxilina + Clavunalato e Dipirona. Em pelo menos cinco prefeituras, também há falta de Tamiflu, antiviral para pacientes com complicações do vírus Influenza.

Segundo o consórcio, o problema se agravou nas últimas semanas, devido ao avanço da pandemia de coronavírus, ao aumento dos casos de doenças respiratórias em crianças, ao cenário de epidemias de dengue em várias regiões do Estado, e ainda pela falta de princípios ativos para a produção de diversos medicamentos.

Os remédios em falta, segundo o Consórcio Paraná Saúde, são: Amoxicilina + Clavulanato (50 + 12,5 mg/ml – suspensão oral), Dipirona Sódica – comprimido, Dipirona Sódica – solução injetável, Gentamicina 5 mg/ml – solução oftálmica e Hipromelose – 5 mg/ml – solução oftálmica.

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Os medicamentos em falta fazem parte do Componente Básico da Assistência Farmacêutica (CBAF), cuja responsabilidade pela aquisição é das Secretarias Municipais de Saúde para posterior dispensação no nível ambulatorial por meio das Unidades Básicas de Saúde e abastecimento das Unidades de Pronto Atendimento.

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