Paraná
Governador apresenta a representantes da ADIPR cenário macroeconômico do Estado
O governador Carlos Massa Ratinho Junior apresentou nesta-terça-feira (27) algumas das principais ações em andamento do Governo do Estado a representantes da Associação de Jornais e Portais do Paraná (ADIPR). O encontro, que também teve como pauta o cenário econômico do Estado e da comunicação regional, aconteceu no Palácio Iguaçu.
“Estamos vivendo um bom momento no Paraná, com ações de Estado com grande impacto para a população. Alguns exemplos são o programa Asfalto Novo, Vida Nova, que já investiu mais de R$ 600 milhões na pavimentação das pequenas cidades do Estado, ou o programa de concessões, que vai melhorar a infraestrutura de todas as regiões do Paraná”, afirmou o governador. Os seis lotes devem atrair mais de R$ 50 bilhões em investimentos nas rodovias.
De acordo com Ratinho Junior, estas medidas resultam em um ambiente de negócios favorável aos investimentos privados, que geram empregos, demandam insumos e movimentam cadeias produtivas.
“Isso se reflete em alguns números recentes, como o índice do Banco Central que mede a atividade econômica dos estados e que mostrou que o Paraná teve o maior crescimento do Brasil em 2023, com 7,8% de aumento. Outro exemplo é que alcançamos o menor índice de desemprego no Estado desde 2014, com 4,8% de desocupação, o que configura um cenário de pleno emprego”, complementou.
O governador elencou algumas áreas que têm se destacado, levando desenvolvimento para diferentes regiões do Estado. Uma delas é o turismo, que registrou crescimento de 10% no acumulado do ano de 2023 e teve a segunda maior alta do Brasil, atrás apenas do Mato Grosso, que cresceu 16,4%.
“O Paraná sempre olhava muito timidamente para o turismo. Agora, não. Estamos com uma atenção especial, dando a estrutura e a visibilidade para este setor se desenvolver. Ele envolve uma grande cadeia de serviços que é fundamental para o desenvolvimento de uma região. E temos excelentes resultados nas regiões que trabalham com turismo de natureza, turismo náutico e religioso. Além do sucesso que registramos no Litoral do Estado nesta temporada de verão”, disse Ratinho Junior.
A reunião também tratou sobre o cenário de momento do agronegócio, que registrou recordes de exportação no Estado em 2023, com 60 milhões de toneladas exportadas em 2023.
Ratinho Junior afirmou que tem buscado soluções para que os produtores locais tenham acesso a tecnologias que preservem as produções dos eventos climáticos e consigam se preservar em relação às oscilações de preço das commodities. “Estivemos recentemente em uma missão no Nebraska para ver soluções de irrigação por pivô central e estamos desenvolvendo formas de dar acesso dos produtores a estas tecnologias. Também estamos pensando em soluções em relação à armazenagem, para que o produtor possa trabalhar melhor com os preços”, afirmou.
DIÁLOGO – Para o presidente da ADIPR, Nery José Thomé, os resultados positivos são perceptíveis, com grandes investimentos por todo o Estado. “Hoje o Paraná é um celeiro de obras, tanto da iniciativa pública, quanto privada”, afirmou.
Thomé também destacou a abertura de diálogo que o setor tem com o Governo do Estado. “A indústria da comunicação emprega muita gente, movimenta uma porção importante da economia e é importante que hoje temos uma relação com muita transparência”, complementou.
O secretário de Comunicação, Cleber Mata, também enalteceu o papel dos jornais e portais do Paraná na comunicação dos avanços do Estado e na fiscalização do poder público. “A ADIPR e seus associados vem desempenhando um importante papel para a promoção da democracia e da cidadania no Paraná, nos ajudando a melhorar a cada dia”, disse.
PRESENÇAS – A reunião contou também com as presenças do chefe da Casa Civil, João Carlos Ortega; do diretor-geral da Secretaria de Comunicação, Eduardo Pugnali; do diretor de Marketing da Secretaria de Comunicação, Willian Silva; do vice-presidente da ADIPR, Wilson Oliveira; e dos representantes dos seguintes jornais e portais: Juscelino Costa, do Diário dos Campos; Jedaias Belga, da Tribuna de Cianorte; Eduardo Carpinski, de O Comério; Ricardo Mitugi Takiguti, do PR Portais; Jadir Zimmermann, do portal Preto no Branco; Juliano Antoniolli, dos jornais O Paraná, Jornal Hoje e Tribuna Hoje; Sandro Carrilho, do Página Um News; Joice Fabrício, do Correio do Povo; Nicolás Mejía, da Folha de Londrina; Luis Eduardo Valêncio de Oliveira, do jornal O Presente; Deny Barbosa, do Jornal do Povo; João Rafael Garcia, do Maringá Post; Gebran Saad, da Folha do Litoral; Marcos Kuchinski, do Jornal de Pato Branco e do Jornal de Francisco Beltrão; Maurício Mosson, do Metrópole; Armando Manfroi, do Jornal do Oeste; Fabiana dos Santos Fabrício, do Extra Guarapuava; e Alceu Junior, da Folha Extra.
Fonte: Governo PR
Paraná
Saúde alerta para importância da imunização contra a coqueluche em crianças e gestantes
A Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (Sesa) alerta para a importância da vacinação contra a coqueluche, em especial em gestantes e crianças menores de cinco anos. O índice de cobertura vacinal definido no Plano Nacional de Imunização (PNI) é de 95%. No Paraná, a pentavalente, que tem aplicação em três doses entre os dois e seis meses de vida, registrou 92,92% de cobertura em 2025. A DTP, que é o reforço da vacinação, tem cobertura de 87,45%. Já a dTpa, que deve ser aplicada nas gestantes a partir da 20ª semana de gestação, está com cobertura de 65,85%.
“São vacinas que há anos estão disponíveis pelo SUS e têm contribuído para prevenir a doença e reduzir a mortalidade infantil. Fazemos um apelo para que os responsáveis levem as crianças para vacinar, em especial para as doses de reforço, que estão com adesão mais baixa. E reforçamos o pedido para que as grávidas se imunizem. Isso fará bem para elas, para seguirem saudáveis no período de gestação e também protegendo os bebês”, ressaltou o secretário de Estado da Saúde do Paraná, Beto Preto.
Em 2024, o Brasil teve um aumento significativo dos casos de coqueluche. No Paraná, foram registrados 2.819 casos com cinco óbitos. Dos casos registrados, 548 foram crianças abaixo dos cinco anos de idade. Dados preliminares de 2025, apontam para uma redução nos casos – até o momento foram 299 casos da doença, sem óbitos.
A coqueluche é uma doença cíclica, podendo ter aumento de casos em intervalos de três a cinco anos, o que reforça a importância da vigilância contínua e do fortalecimento das ações de imunização. A vacina está disponível gratuitamente nas mais de 1.850 salas de vacinação em todo o Estado.
ESQUEMA VACINAL – Para as crianças é recomendada a vacina pentavalente, com três doses. As aplicações ocorrem aos dois, três e seis meses de vida. É preciso ainda dois reforços com a vacina DTP – contra difteria, tétano e coqueluche –, aos 15 meses e aos quatro anos de idade.
Já para as gestantes, a indicação é a vacina dTpa – versão acelular da vacina contra difteria, tétano e coqueluche – a partir da 20ª semana de gestação. A imunização deve ocorrer a cada gestação com o objetivo de fornecer proteção para os recém-nascidos antes de terem idade para receber as doses da pentavalente.
SINTOMAS – A coqueluche é causada pela bactéria Bordetella pertussis e ocasiona infecção respiratória altamente contagiosa. Em determinados casos, pode ocorrer complicações graves, especialmente em crianças menores de seis meses.
Os sintomas são parecidos com o de um resfriado comum, com coriza, tosse seca e febre baixa. Mas a doença pode evoluir para casos mais graves, provocando vômitos, tosse intensa, podendo chegar até a uma parada respiratória.
TRANSMISSÃO E PREVENÇÃO – A coqueluche é transmitida pelas gotículas de saliva liberadas ao tossir, espirrar ou falar, sendo altamente contagiosa. A transmissão ocorre pelo contato próximo e o infectado pode contaminar até 17 pessoas.
O período de contágio começa próximo ao quinto dia após a contaminação e pode durar até a terceira semana de tosse intensa. Ele se encerra após tratamento com antibióticos.
A vacinação é a principal forma de prevenção da doença, além de ações de higiene, como lavar as mãos e evitar o contato com pessoas doentes. Os pacientes contaminados devem ficar em casa, usar máscara para evitar novos contágios.
Fonte: Governo PR
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