Política Nacional
Estilo Bolsonaro de ‘fritura explícita’ de auxiliares cria insegurança no governo
O estilo do presidente Jair Bolsonarode estimular uma “fritura explícita” dos principais auxiliares já causa um ambiente de insegurança no governo e de instabilidade na relação com o Congresso Nacional.
Integrantes do corpo técnico do governo demonstraram forte desconforto de como Bolsonaro deu ultimato ao presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Joaquim Levy, forçando o auxiliar a pedir demissão do comando do banco em menos de 24 horas.
Foi a primeira baixa na equipe econômica. Mas em seis meses de governo, três ministros e nove presidentes de estatais deixaram o cargo ou foram demitidos.
O caso mais recente foi de Santos Cruz que sofreu um prolongado ataque especulativo do terceiro andar Palácio do Planalto até ser demitido da Secretaria de governo, na semana passada.
“É fato que o ministro da Economia Paulo Guedes estava, sim, com algumas discordâncias da atuação do Levy. Mas, neste caso, o correto seria chamá-lo para uma conversa aberta e, se houvesse discordância, ele poderia sair de forma amigável como é a praxe em vários governos. Essa forma de fritar colaboradores para eles saírem é muito ruim. Nesse aspecto assusta tanto a forma da saída do general Santos Cruz quanto a forma da saída do Joaquim Levy”, disse ao blog um interlocutor do governo.
Política Nacional
CCS debate audiovisual e comunicação pública na segunda-feira (5)
O Conselho de Comunicação Social (CCS) se reúne na segunda-feira (5), às 14h, para analisar temas relacionados à comunicação, ao setor audiovisual e ao conteúdo jornalístico. A reunião será realizada no plenário 7 da Ala Senador Alexandre Costa, no Anexo II do Senado.
A pauta prevê a análise de um relatório sobre o Projeto de Lei (PL) 4.675/2025, que trata de mercados digitais e concorrência, e a apresentação de trabalhos desenvolvidos por integrantes do conselho.
Entre os assuntos previstos estão a regulamentação no setor audiovisual, a comunicação pública em período eleitoral e a remuneração de conteúdo jornalístico. Os conselheiros também devem apresentar relatórios sobre o andamento dos trabalhos das comissões do CCS.
Também está prevista a participação da sociedade civil.
Como participarO evento será interativo: qualquer pessoa pode enviar perguntas e comentários pelo telefone da Ouvidoria do Senado (0800 061 2211) ou pelo Portal e‑Cidadania. As mensagens podem ser lidas e respondidas pelos senadores e debatedores ao vivo. O Senado oferece uma declaração de participação, que pode ser usada como atividade complementar em curso universitário, por exemplo. Pelo Portal e‑Cidadania também é possível opinar sobre projetos e até sugerir novas leis. |
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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