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Paraná

Cuidados com a dengue devem seguir no inverno; casos passam de 17 mil

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Bem Paraná

O boletim semanal divulgado nesta terça-feira (2) pela Secretaria da Saúde do Paraná registra a morte de uma criança de 10 anos vítima da dengue. O caso é de Nova Fátima, que fica na região de Cornélio Procópio. Agora, são 21 casos de morte confirmados por dengue no Paraná, de agosto do ano passado até agora. Na semana anterior eram 20 casos de óbitos confirmados.

São 1.374 novos casos confirmados de dengue pelo boletim semanal. No total, o Paraná soma 17.776 casos da doença. Hoje são 81 municípios em epidemia. Esta situação é confirmada quando os municípios atingem incidência proporcional dede 300 casos por 100 mil habitantes.

A Secretaria da Saúde do Paraná alerta a população: as medidas de prevenção contra a dengue devem seguir mesmo no inverno. “O mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença, diminui a circulação no período mas, se os criadouros não forem eliminados, os ovos depositados podem permanecer intactos por meses e, quando a estação quente recomeçar, estes ovos vão eclodir, dando origem a novo ciclo do Aedes”, explica a coordenadora da Vigilância Ambiental da Sesa, Ivana Belmonte.

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“Estes casos confirmados de dengue podem sofrer redução no inverno, isso é o esperado. Mas trata-se de um período muito curto, de no máximo três meses, e como já reafirmamos, não podemos nos descuidar, pois o Aedes é resistente. É preciso eliminar os criadouros e está é uma tarefa diária”, afirma Ivana Belmonte.

Zoo
O Zoológico de Curitiba está instalando telas nos recintos dos primatas dentro e fora da área de exposição do parque. A medida é preventiva e busca proteger os animais do vírus da febre amarela, em circulação em municípios vizinhos, como São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Estão sendo colocados 2,2 mil metros quadrados de telas. Mas o Zoo informa que a medida é apenas preventiva e não há casos em Curitiba.

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Paraná

MPPR promove ação de sustentabilidade e cidadania com doação de equipamentos de informática a escolas

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O que fazer com materiais de informática quando a tecnologia é substituída? No Ministério Público do Paraná, a Subprocuradoria-Geral de Justiça para Assuntos Administrativos encontrou uma resposta a essa questão que contribuiu para transformar a realidade de milhares de estudantes e ainda para aplicar, na prática, os conceitos de economia circular e sustentabilidade ambiental. A SubAdm mantém um programa de desfazimento e doação de patrimônio voltado a diversas entidades, associações e núcleos de proteção da educação em todo o estado. 

Desde 2020 já foram repassados 5.061 equipamentos de informática, como computadores, monitores, impressoras, notebooks e vários outros – materiais que ainda possuíam vida útil, mas que já não estavam adequados aos processos de inovação e tecnologia institucionais. Do total de produtos doados, 1.632 equipamentos (cerca de 32% das doações) foram destinados exclusivamente a instituições de ensino público e de apoio à infância, como escolas municipais e Apaes (por meio de Associações de Pais e Mestres), Centros Estaduais de Educação Profissional (Ceep), colégios públicos cívico-militares e até creches.

Entrega na Escola Municipal Papa Paulo VI

Na última sexta-feira, 14 de agosto, o MPPR doou 20 notebooks para a Escola Municipal Papa Paulo VI, localizada em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Os alunos do 4º ano receberam os computadores, que serão utilizados por toda a escola. 

Para a diretora, Deise Cristina Voltolini, a chegada dos notebooks representa uma oportunidade de ampliar o acesso das crianças à tecnologia. Ela conta que os equipamentos poderão ser usados em pesquisas e projetos desenvolvidos em sala de aula, como o trabalho sobre o Egito que está sendo realizado pelos estudantes. “Tanto para a escola como para as crianças vai ser mágico. Os notebooks são um presente que, com certeza, vão fazer muita diferença”, enfatizou. Ainda segundo Deise Voltolini, os computadores serão importantes nas atividades de alfabetização e utilizados pelos estudantes com o acompanhamento dos professores. 
 

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Doação de notebooks

Doação de notebooks

“A doação de equipamentos faz parte de uma iniciativa realizada há anos pela área de Tecnologia da Informação, que busca dar um novo destino a computadores que já não atendem aos requisitos de segurança do Ministério Público, mas que continuam em boas condições de uso”, explica o diretor do Departamento de Tecnologia da Informação do MPPR, José Henrique Alves Marçal.

De acordo com José Henrique, antes da entrega, os equipamentos passam por um processo de limpeza de dados, instalação de novos sistemas operacionais, higienização e testes. “A iniciativa permite que equipamentos que não são mais adequados às exigências de segurança do MPPR continuem contribuindo para a comunidade. Eles não atendem mais ao nível de segurança exigido pela instituição, mas são plenamente utilizáveis nas escolas ou em outras entidades”, destacou.

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Após a distribuição dos notebooks, alunos do ensino integral fizeram uma apresentação da fanfarra para os integrantes do MPPR.

Lixo eletrônico

Além de contribuir diretamente com as entidades que receberam os equipamentos, do ponto de vista ambiental, o impacto do programa é expressivo. Considerando que equipamentos de informática – o chamado e-waste – são constituídos de plásticos, metais pesados e baterias que, se descartados incorretamente, causam sérios danos ao meio ambiente, o programa evitou que toneladas de lixo eletrônico fossem geradas precocemente. Nesse contexto, a iniciativa estende o ciclo de vida dos eletrônicos, alinhando o MPPR aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU).

Investimento que não se perde

A ação da SubAdm também está alinhada às políticas institucionais de governança pública e eficiência financeira. Considerando que os produtos foram, originalmente, adquiridos com recursos dos contribuintes, ao invés de deixá-los ociosos em depósitos (sofrendo depreciação total) ou leiloá-los por valores ínfimos como sucata, o patrimônio é novamente incorporado ao sistema público, justamente na área da educação, onde a demanda por esse tipo de investimento é constante.

“Ajudando a equipar escolas e laboratórios com esses materiais fazemos com que o dinheiro público, investido no passado, siga gerando dividendos sociais no presente”, afirma o Subprocurador-Geral de Justiça para Assuntos Administrativos, Maximiliano Ribeiro Deliberador. “Mais do que ceder patrimônio, o programa prova que gestão eficiente e empatia social podem e devem caminhar lado a lado na administração pública”, diz.

Fonte: Ministério Público PR

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