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Paraná

Com desvio, tráfego será liberado no Trevo Gauchão, em Umuarama, a partir desta terça-feira

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Com as obras próximas da conclusão, o Trevo Gauchão, em Umuarama, no Noroeste do Paraná, terá um novo desvio a partir desta terça-feira (28). O Departamento do Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR), que executa a obra no município, instalou placas de sinalização para orientar os condutores.

O tráfego será interditado nas marginais e direcionado para a pista principal da PR-323, onde está o novo viaduto, que terá liberação para o tráfego de veículos tanto por baixo, para quem segue sentido Maringá, como por cima, no acesso ao Parque Industrial e Centro.

A interdição é necessária para que sejam finalizadas as obras de integração das marginais com o novo viaduto no Trevo Gauchão. O prazo para que as equipes de trabalho do DER/PR liberem as vias é de uma semana, caso as condições climáticas sejam favoráveis.

As obras de duplicação da PR-323 atingiram 80% de execução e devem ser entregues em maio. Os viadutos estão praticamente concluídos, restando apenas a pavimentação dos trechos das marginais e finalização de serviços complementares, como sinalização e paisagismo.

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O trecho duplicado da PR-323 terá dois novos viadutos, um no Trevo Gauchão e outro no trevo para Mariluz, além de duas pistas e marginais com acessos para a rodovia e bairros. O investimento do Governo do Paraná é de R$ 66,12 milhões, por meio do Programa Estratégico de Infraestrutura e Logística de Transportes do Paraná, uma parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). 

A PR-323 é um dos maiores eixos rodoviários do Estado, utilizada principalmente para escoamento de produção agrícola das regiões Noroeste, Oeste e Mato Grosso do Sul até o Porto de Paranaguá.

A obra vai ampliar a capacidade do tráfego para quem chega a Umuarama por Guaíra, vindo do Paraguai, e também Mato Grosso do Sul, ou para quem vem de Maringá e Cianorte. Além disso, a obra facilitará o acesso ao centro, ao Aeroporto Municipal Orlando de Carvalho e ao Parque Industrial da região.

Fonte: Governo PR

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Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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