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Campo Largo tem reajuste de -6,6% na conta da luz

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Bem Paraná

A partir do próximo dia 29, a tarifa de energia dos consumidores residenciais da Companhia Campolarguense de Energia – Cocel ficarão 7,02% menores. A Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL divulgou nessa terça-feira (25) o resultado da revisão tarifária da Companhia Campolarguense, que obteve o menor reajuste entre todas as concessionárias do país em 2019. O reajuste médio (levando em conta as tarifas de consumidores de alta e baixa tensão) será de -6,6%. O resultado fica 11,26% abaixo da inflação dos últimos doze meses. Para os consumidores com fornecimento em alta tensão, a redução chega a 14,04% dependendo do tipo de contrato.

Para definir as tarifas a ANEEL leva em consideração os custos gerenciáveis e os custos não gerenciáveis por cada concessionária. Em 2018 a Cocel já teve o menor reajuste do Paraná, e as tarifas seriam ainda menores se dependesse apenas dos custos gerenciáveis pela Companhia. O preço do dólar (que interfere no preço da energia comprada de Itaipu) e o custo do acionamento de termelétricas contribuíram para que a redução não fosse ainda maior. O presidente da Cocel, José Arlindo Lemos Chemin, ressalta que apenas uma pequena parte da tarifa de energia é composta por valores gerenciáveis pelas concessionárias – impostos, encargos, tributos e custos regulados pela ANEEL compõem a maior parte. “Assumimos o compromisso de buscar melhores tarifas para os consumidores e fizemos tudo o que esteve ao nosso alcance para viabilizar esta redução inédita. O ganho real para o consumidor é enorme, chega a 10% se levarmos em conta a inflação. Muitas mudanças precisaram ser realizadas, mas hoje a Cocel está no mesmo patamar de gestão das grandes concessionárias” – completa Chemin.

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Efraim Pereira da Cruz, diretor da ANEEL, ressaltou que “a Cocel fez o trabalho de casa” e elogiou a decisão dos gestores em mudar a forma de compra de energia. Cruz destacou que é um grande passo para a concessionária, e que os resultados positivos serão percebidos por seus consumidores. Conforme a análise técnica da ANEEL, se a Cocel não tivesse migrado para o mercado livre o reajuste teria sido 3,4% positivo.

A migração para o mercado livre de energia foi decisiva para a redução nas tarifas. Em 2018, a Cocel participou de leilão para compra de energia e encerrou o contrato com a Copel Distribuição – que foi a supridora da Companhia por 50 anos. Esta mudança é considerada um marco na gestão da Companhia, que vêm se destacando no cenário nacional pela qualidade do serviço prestado. “Estamos trabalhando para alcançar a máxima eficiência no trabalho realizado, reduzindo custos e buscando redução da tarifa para os consumidores” declara Carlos Conrado Krzyzanovski, diretor técnico da Cocel. Krzyzanovski, que é funcionário da Companhia desde 1996, lembra que a migração para o mercado livre já vinha sendo discutida na Cocel há muitos anos, e que a mudança foi concretizada após serem tomadas todas as precauções para garantir que traria benefícios para os consumidores.

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Menores reajustes e premiações
Em 2018 a Cocel teve o menor reajuste tarifário do Paraná. Em 2019 o resultado foi ainda mais significativo: menor reajuste entre todas as concessionárias do país. A Companhia Campolarguense vem obtendo excelentes resultados também nos rankings promovidos pela agência reguladora, a ANEEL. Em 2018 recebeu dois Prêmios IASC (Índice ANEEL de Satisfação do Consumidor) – melhor concessionária de seu porte e a que mais cresceu no país. Em maio de 2019 foi a vez de receber o “Prêmio ANEEL de Ouvidoria”, sendo reconhecida como uma das três melhores Ouvidorias das concessionárias de mesmo porte no país.

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Feriadão? Saiba quais são os melhores horários para pegar a estrada no Paraná

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O 7 de Setembro, sempre muito aguardado pelos curitibanos que têm um dia de bônus por conta do feriado municipal, neste ano não será um feriadão. Isso porque, a data nacional, 7, cai em um domingo. Em resumo, o feriado será bom para quem mora e trabalha em Curitiba, que celebra o dia da padroeira Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, no dia 8 de setembro.

A parte boa deste ‘meio’ feriado para o curitibano deve ser o alívio nas estradas. A tendência é de um movimento um pouco mais tranquilo em comparação ao de outros feriados nacionais, onde o movimento costuma crescer até 40% em alguns trechos e até mais.

O fluxo maior de carros pode ocorrer em direção ao litoral, mas com movimento considerado normal para um fim de semana.

No entanto, vale ressaltar que as estradas do Paraná têm movimento constante. Além disso, o movimento de caminhões, geralmente restringidos em feriados nacionais, estarão rodando normalmente. Então vale a dica para quem é de Curitiba e quer aproveitar o feriado de um dia sem se estressar.

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Qual é o melhor horário para pegar a estrada?

Para evitar o tráfego intenso, o melhor horário geralmente é madrugada ou início da manhã (entre 5h e 8h) e, em viagens de retorno, as madrugadas.

Outra dicas é consultara os sites das concessionárias (como CCR PR Vias, Via Araucária, EPR Litoral Pioneiro e Arteris) antes de viajar, pois os horários de pico variam dependendo do feriado e da rodovia, com picos concentrados em dias e horários específicos.

Horários a evitar pegar as estradas

  • Dias de semana: Final da tarde, das 16h às 22h, quando as pessoas estão voltando do trabalho e o fluxo aumenta.
  • Feriados:
    • Dia de ida: Quarta-feira e quinta-feira costumam ser os dias de maior movimento para sair das cidades.
    • Dia de retorno: Domingo e o feriado em si são os dias de maior movimento para voltar.

Dicas bônus para uma viagem tranquila

  • Planejamento: Os horários de pico são mais intensos em feriados prolongados e em dias que antecipam alguns feriados nacionais, como o Natal, por exemplo.
  • Verifique as previsões: Acompanhe as previsões de tráfego das concessionárias rodoviárias antes de viajar. Cada empresa fornece dados específicos sobre cada trecho e período.
  • Roteiro: Rotas de grande volume, como o acesso ao litoral do Paraná, têm tráfego mais intenso sempre. Vale consultar rotas alternativas por outras rodovias, com a BR-277 e BR-376. Mas lembre-se que este caminho, por enquanto, depende de travessia por balsas pela baía entre os municípios de Matinhos e Guaratuba.
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