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Curitiba

Athletico, Coritiba e Paraná usam mesma estratégia para retorno e esperam volta aos jogos

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Após um mês de férias “forçadas” por causa da pandemia do novo coronavírus, os elencos de Athletico, Coritiba e Paraná retornaram aos trabalhos nesta semana.

Apesar de algumas diferenças entre eles, a estratégia é começar os trabalhos com os jogadores em casa, no que é conhecido por “home office”. Enquanto isso, não há perspectiva para o retorno das competições no país.

Paraná

No Tricolor, o preparador físico Fabiano Rosenau explicou que a ideia é iniciar os trabalhos agora de forma gradativa. “É adaptação, não é nada no alto rendimento ainda”.

O clube planejou retornar as treinos presenciais, em pequenos grupos, no dia 11, e com o grupo completo no dia 18, mas isso ainda depende das recomendações futuras das autoridades sanitárias.

Coritiba

No Coxa, a grande novidade é que, apesar de também fazerem os treinos de casa, na última segunda-feira (4) os jogadores foram ao clube, em pequenos grupos, para a realizações de exames e para tomarem a vacina contra o H1N1.

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Athletico

No Furacão o caminho é o mesmo, com instruções via internet e treinamento em casa. O clube segue na espera da liberação das autoridades de saúde para programar uma data para o retorno dos trabalhos no centro de treinamento.

“Mesmo durante as férias, o clube nos deu todo o suporte e apoio. Agora, com esse retorno, teremos todo o trabalho da preparação física para treinarmos ainda mais. Não temos a certeza de quando as coisas vão melhorar, então não perder tanto o condicionamento é importante”, argumentou o meia Lucho, em entrevista ao site do Athletico.

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Curitiba

Jovem que estava desaparecida foi assassinada em Curitiba

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Desaparecida desde outubro deste ano, a jovem Ana Carla Dalacosta de Menezes foi encontrada morta em Curitiba. O corpo já havia sido localizado na manhã do dia 10 do mês passado, mas só nesta sexta-feira (19) foi identificado.

Ana era moradora de Rolândia e foi considerada desaparecida após sair de casa informando que iria atrás de um emprego em Maringá. Alguns dias depois, ela teria sido vista em Apucarana.

No entanto, Ana viajou para Curitiba e foi brutalmente assassinada na capital paranaense. O corpo foi localizado em chamas às margens do Rio Belém, na Rua Sérgio Venci, por moradores da região. A Guarda Municipal foi chamada e controlou o fogo.

A Polícia Científica realizou a perícia e contratou que ela pode ter sido morta asfixiada, antes de atearem fogo no corpo.

Nos últimos dias, o pai da vítima divulgou nas redes sociais sobre o seu desaparecimento, pois estranhou que ela estava há muitos dias sem se comunicar com a família. Ao descobrir que havia um corpo no Instituto Médico Legal (IML), de Curitiba, que batia com as características de Ana Carla, familiares foram até a capital e com um exame de arcada dentária, conseguiram confirmar que se tratava dela. A família também reconheceu as roupas que ela usava.

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A Divisão de Homicídios segue com a investigação para tentar identificar o autor ou autores do crime. A motivação do crime ainda é desconhecida.

O corpo de Ana Carla após ser liberado, deverá ser encaminhado para Rolândia onde acontecerá o enterro.

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