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Curitiba

Agricultura urbana vira tendência para deixar a Curitiba cinzenta mais verde

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Bem Paraná - Rodolfo Luis Kowalski

Ao longo das últimas décadas, Curitiba tornou-se uma selva de pedra. Em 1985, por exemplo, 56,1% da superfície do município era coberta por concreto e asfalto. Hoje, segundo o MapBiomas, esse porcentual já é de 63,3%. Mas uma onda verde, que começou a ganhar força em anos recentes, promete mudar esse cenário – ou pelo menos harmonizá-lo um pouco mais.
Sucesso em cidades europeias e estadunidenses, a agricultura urbana – que, como o próprio nome indica, diz respeito ao cultivo e produção de alimentos e conservação dos recursos naturais dentro dos centros urbanos ou em suas respectivas periferias – chegou e para ficar em Curitiba. Mais do que uma moda, trata-se de uma tendência com grande potencial de crescimento.

Ao menos é nisso no que apostam Valdemir Krause Júnior e Andréia Volpini, sócios-proprietários do Expresso Curitiba. Localizado num casarão com 400 m² erguido em 1892, na Rua Alfredo Bufren, no coração da cidade – entre o prédio histórico da Universidade Federal do Paraná e o Teatro Guaíra, o estabelecimento, inaugurado há pouco mais de uma semana, será pioneiro na cidade ao oferecer ingredientes frescos, colhidos diretamente de uma fazenda urbana instalada no próprio estabelecimento.

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Outra iniciativa de relevo que trata da agricultura urbana é a Minhorta, uma startup curitibana que consiste num clube de assinaturas de hortas em casa e sistema de automação com sensores de umidade, temperatura e irrigação, com monitoramento e comando online. Com assinaturas a partir de R$ 25 por mês, a ideia é mostrar que qualquer um pode ter uma plantão em sua casa ou apartamento, sendo necessário apenas um pequeno espaço para começar a produzir.

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Curitiba

Defensoria Pública do Paraná emite recomendação aos postos de combustíveis sobre reajuste abusivo

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O Núcleo de Defesa do Consumidor (NUDECON) da Defensoria Pública do Estado do Paraná (DPE-PR) emitiu, nesta segunda-feira (14), uma Recomendação à entidade que representa os donos de postos de combustíveis do Paraná, o Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis Derivados de Petróleo, Gás Natural, Biocombustíveis e Lojas de Conveniência do Estado do Paraná (Paranapetro).

O objetivo, segundo o Coordenador do Núcleo, Defensor Público Erick Lé Palazzi Ferreira, é coibir o abuso quando a Petrobrás anunciar reajustes. “O que se viu em vários casos na última quinta-feira foi uma prática abusiva, uma elevação injustificada dos preços”, explica o Defensor.

De acordo com ele, a Recomendação pretende barrar a prática de repassar o reajuste com produto comprado por preço velho. “Antes de ter sido repassado o aumento, os postos já estavam aplicando. O que fizeram foi pegar um produto mais barato e colocar o preço exorbitante”.

Segundo a Recomendação, os varejistas de combustíveis devem se abster de aumentar os preços antes da existência real de reajuste das distribuidoras. “Caso haja reclamações e comprovação sobre aumento excessivo de combustíveis pelos postos, o Nudecon adotará as medidas judiciais cabíveis, individuais ou coletivas, para areparação de eventuais danos”, afirma a Recomendação.

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Na semana passada, a Petrobrás anunciou reajuste dos combustíveis. De acordo com a empresa, o aumento seria de 18,77% para a gasolina, 24,9% para o diesel e 16% para o gás de cozinha.

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