Paraná
Com apoio do Estado, Maringá dá início à transformação do Eixo Monumental
O projeto que irá revitalizar o Centro de Maringá, chamado de Eixo Monumental, com intervenções que vão da Praça da Catedral Basílica Menor Nossa Senhora da Glória até o entorno da Vila Olímpica, começou a ser executado com o investimento de R$ 48.347.149,70. Inicialmente, as obras serão focadas na Praça da Prefeitura para troca de todo o piso.
Desse total, R$ 20 milhões foram liberados pelo Governo do Estado, via Programa de Transferência Voluntária da Secretaria das Cidades, enquanto R$ 28,3 milhões correspondem à contrapartida municipal. A obra objetiva melhorar a ocupação dos espaços públicos da cidade; fomentar o turismo e o comércio; incrementar o urbanismo e a convivência entre as pessoas. Estão previstas a reforma de ruas, calçadas, troca da iluminação e a instalação de uma série de equipamentos urbanos.
“A população de Maringá, que sempre cuidou tão bem da sua cidade, merece a requalificação do seu espaço urbano. Neste projeto, teremos ampliados os cuidados com a acessibilidade para idosos, crianças e portadores de necessidades especiais e a sustentabilidade ambiental e econômica. Trata-se de uma obra para garantir a qualidade de vida e a convivência; além de estimular o comércio e o turismo”, afirmou o secretário das Cidades, Eduardo Pimentel.
Com os valores autorizados, serão realizadas três das sete etapas do projeto (A, B e G): Praça da Catedral, Praça Deputado Renato Celidônio (Praça da Prefeitura) e o entorno da Vila Olímpica. Somente nesta fase, a intervenção alcançará 103.330,76 m², com demolições, retiradas e movimentação de terra, urbanização, implantação de sistema de drenagem pluvial, instalações hidráulicas, rede elétrica e de telecomunicações; sinalização viária, iluminação pública, mobiliário urbano, quiosques, coberturas e paisagismo.
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No Trecho A, onde está o maior símbolo arquitetônico da cidade, a Basílica Menor Nossa Senhora da Glória, local procurado por turistas e pelos moradores locais em feriados e fins de semana, a proposta inclui a remodelação de três estacionamentos, marquise com quiosque, parque infantil, fonte luminosa e anfiteatro a céu aberto. A implantação de materiais antiderrapantes terá como o objetivo melhorar a acessibilidade e facilitar a mobilidade de idosos e crianças.
O Trecho B corresponde à Praça Deputado Renato Celidônio, entre as avenidas Tiradentes, Duque de Caxias, XV de Novembro e Herval. O local, conhecido como Centro Cívico de Maringá, passará por diversas melhorias: nos bolsões de estacionamento, nos canteiros, nas instalações sanitárias; e terá a implantação de marquise com quiosque e parque infantil.
O Trecho G corresponde ao espaço da Vila Olímpica, entre as avenidas Prudente de Moraes, Duque de Caxias, Colombo e Herval. É onde estão reunidos o Estádio Willie Davids, com capacidade para 21 mil pessoas; o Ginásio Municipal Chico Neto; o Ginásio de Esportes Valdir Pinheiro; um velódromo, quadras de areia e piscinas olímpicas, além do Restaurante Popular. É também onde acontecem a Feira do Produtor e a maior Feira Livre de Maringá.
Neste trecho, será feita a requalificação das calçadas no entorno do complexo e a reorganização dos acessos de veículos, beneficiando pedestres e ciclistas.
Fonte: Governo PR
Paraná
Simulado da Defesa Civil em Antonina treina população para situações de inundação
Os moradores do bairro Jagatá, em Antonina, no Litoral do Paraná, participaram neste sábado (23) de um simulado de desastre de inundação. A comunidade, com 23 residências onde vivem 53 pessoas, está localizada numa área de mangue, suscetível a variações de maré da baía localizada a poucos metros das casas de madeira.
O exercício foi realizado pela prefeitura com apoio do Estado, envolvendo cerca de 50 profissionais das Defesa Civil estadual e municipal, secretarias, Corpo de Bombeiros e voluntários da Rede Estadual de Emergência de Radioamadores (REER).
A ação é parte do trabalho da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil na preparação dos municípios para o enfrentamento de inundações, alagamentos e deslizamentos que podem ocorrer com a passagem do El Niño pelo Paraná, que deve ser de forte intensidade.
“Pudemos testar a capacidade que temos hoje para num evento de alagamento, como a gente pode acessar a comunidade. Entendemos na prática como funciona o plano de contingência, de que maneira as secretarias municipais atuam em conjunto e em caso de necessidade, como melhorar o atendimento à população”, avaliou o capitão Dhieyson Budernik, coordenador do 6º Núcleo de Atuação Regional da Defesa Civil Estadual.
A escolha do bairro foi definida a partir da peculiaridade deste ponto, como explica Sidnei Train, secretário municipal da Defesa Civil. “Fizemos um levantamento recente e havia poucas informações sobre este local. Já tivemos situações em que choveu muito e a maré estava alta, as pessoas ficaram ilhadas e não conseguiam sair. Identificamos a necessidade de priorizar a preparação desses moradores para futuras ocorrências”, destaca.
O exercício começou por volta das 9h30 com o acionamento das equipes dos bombeiros e da defesa civil e envolveu o suporte de uma ambulância para o treinamento de resgate a uma pessoa com dificuldade de locomoção. “Pudemos medir o tempo das equipes para se deslocar, acessar o local. Isso ajudou a conhecer o terreno e estarmos mais ambientados para poder dar uma resposta mais efetiva diante de um caso real”, detalha o tenente Alexandre de Moraes, comandante do Corpo de Bombeiros de Antonina.
Os moradores foram orientados a se reunir no início da rua principal, ponto de encontro previamente escolhido, onde dois ônibus garantiram o deslocamento para o abrigo mais próximo, na Escola Municipal Gil Feres. Na chegada, todos foram cadastrados e participaram de uma palestra com orientações básicas sobre como perceber sinais de mudança e adotar medidas de segurança antes do agravamento da situação.
GRATOS PELAS ORIENTAÇÕES – Trabalhador do porto, Carlos Alberto e a família vieram de Curitiba para morar no bairro. Nos seis anos que estão no local já presenciaram alagamentos, deslizamentos e temporais com destelhamento de casas. “Ficamos muito gratos em receber orientações sobre como proceder tanto para saber o que fazer quanto para poder auxiliar outras pessoas. Agora vamos poder ajudar no resgate e levar a pessoa num local que não alaga, além de ensinar para outros moradores também.
ÁGUAS DE MARÇO – Antonina foi um dos municípios mais afetados pelo maior desastre do Litoral em 2011, que ficou conhecido como Águas de Março. Na ocasião, o volume concentrado de chuva em poucos dias provocou inundações, alagamentos e deslizamentos. Ao todo, a tragédia atingiu 1.281 casas, destas, 287 foram evacuadas, deixou 1.160 pessoas desabrigadas e 8.172 desalojadas, afetando as redes de abastecimento de água e energia elétrica.
Fonte: Governo PR
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