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Paraná

Programa de rádio do IDR-Paraná para o público rural completa 47 anos

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O programa de rádio “O Homem e a Terra”, produzido pelo IDR-Paraná (Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná-Iapar-Emater), completa 47 anos nesta quarta-feira (10) – é um dos mais antigos do país especialmente voltado à agropecuária. Desde 1976, divulga informações e orientações técnicas para o público que vive na área rural. Nessas quase cinco décadas tem sido uma importante ferramenta para a difusão de novas práticas entre os agricultores paranaenses.

A linguagem direta e a diversidade de temas são marcas registradas do programa. Criado pela então Acarpa – empresa responsável pela assistência técnica aos produtores à época, e que se transformaria posteriormente em Emater.

“O Homem da Terra” utiliza mensagens curtas, com a intenção de motivar o agricultor a se interessar por um assunto e buscar mais informações com um técnico do Instituto.

O programa é produzido pela equipe de comunicação do IDR-Paraná e transmitido, de segunda a sexta-feira, por mais de 150 emissoras no Estado. Atualmente, a apresentação e produção são feitas pelo jornalista Amarildo Alba.

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“Contamos também com a participação de produtores, extensionistas, pesquisadores e profissionais de outras instituições para levar informação de qualidade e com propriedade para o ouvinte”, afirma Amarildo.

CONTEÚDO – O programa divulga políticas públicas e como o produtor pode se beneficiar dos programas oficiais dos governos federal e estadual. “O Homem e a Terra” pode ser ouvido no site do IDR-Paraná (www.idr.pr.gov.br) e no canal do IDR-Paraná nas plataformas digitais de música.

Nesta quarta-feira, o programa também chega ao episódio 600 nas plataformas digitais (Spotify, Deezer, Google Podcst, Apple Podcast e Anchor).

Fonte: Governo PR

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Paraná

Simulado da Defesa Civil em Antonina treina população para situações de inundação

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Os moradores do bairro Jagatá, em Antonina, no Litoral do Paraná, participaram neste sábado (23) de um simulado de desastre de inundação. A comunidade, com 23 residências onde vivem 53 pessoas, está localizada numa área de mangue, suscetível a variações de maré da baía localizada a poucos metros das casas de madeira.

O exercício foi realizado pela prefeitura com apoio do Estado, envolvendo cerca de 50 profissionais das Defesa Civil estadual e municipal, secretarias, Corpo de Bombeiros e voluntários da Rede Estadual de Emergência de Radioamadores (REER).

A ação é parte do trabalho da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil na preparação dos municípios para o enfrentamento de inundações, alagamentos e deslizamentos que podem ocorrer com a passagem do El Niño pelo Paraná, que deve ser de forte intensidade.  

“Pudemos testar a capacidade que temos hoje para num evento de alagamento, como a gente pode acessar a comunidade. Entendemos na prática como funciona o plano de contingência, de que maneira as secretarias municipais atuam em conjunto e em caso de necessidade, como melhorar o atendimento à população”, avaliou o capitão Dhieyson Budernik, coordenador do 6º Núcleo de Atuação Regional da Defesa Civil Estadual. 

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A escolha do bairro foi definida a partir da peculiaridade deste ponto, como explica Sidnei Train, secretário municipal da Defesa Civil. “Fizemos um levantamento recente e havia poucas informações sobre este local. Já tivemos situações em que choveu muito e a maré estava alta, as pessoas ficaram ilhadas e não conseguiam sair. Identificamos a necessidade de priorizar a preparação desses moradores para futuras ocorrências”, destaca. 

O exercício começou por volta das 9h30 com o acionamento das equipes dos bombeiros e da defesa civil e envolveu o suporte de uma ambulância para o treinamento de resgate a uma pessoa com dificuldade de locomoção. “Pudemos medir o tempo das equipes para se deslocar, acessar o local. Isso ajudou a conhecer o terreno e estarmos mais ambientados para poder dar uma resposta mais efetiva diante de um caso real”, detalha o tenente Alexandre de Moraes, comandante do Corpo de Bombeiros de Antonina. 

Os moradores foram orientados a se reunir no início da rua principal, ponto de encontro previamente escolhido, onde dois ônibus garantiram o deslocamento para o abrigo mais próximo, na Escola Municipal Gil Feres. Na chegada, todos foram cadastrados e participaram de uma palestra com orientações básicas sobre como perceber sinais de mudança e adotar medidas de segurança antes do agravamento da situação. 

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GRATOS PELAS ORIENTAÇÕES – Trabalhador do porto, Carlos Alberto e a família vieram de Curitiba para morar no bairro. Nos seis anos que estão no local já presenciaram alagamentos, deslizamentos e temporais com destelhamento de casas. “Ficamos muito gratos em receber orientações sobre como proceder tanto para saber o que fazer quanto para poder auxiliar outras pessoas. Agora vamos poder ajudar no resgate e levar a pessoa num local que não alaga, além de ensinar para outros moradores também.

ÁGUAS DE MARÇO – Antonina foi um dos municípios mais afetados pelo maior desastre do Litoral em 2011, que ficou conhecido como Águas de Março. Na ocasião, o volume concentrado de chuva em poucos dias provocou inundações, alagamentos e deslizamentos. Ao todo, a tragédia atingiu 1.281 casas, destas, 287 foram evacuadas, deixou 1.160 pessoas desabrigadas e 8.172 desalojadas, afetando as redes de abastecimento de água e energia elétrica.

Fonte: Governo PR

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