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Carnapatinhas: MMA oferece vacinação, microchipagem e registro de cães em bloco infantil

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O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) participa, no próximo domingo (15/2), do Carnapatinhas com a oferta de serviços gratuitos de microchipagem, vacinação e registro de cães por meio do Sistema do Cadastro Nacional de Animais Domésticos (SinPatinhas). A ação acontecerá das 14h às 18h, no Setor Comercial Sul, na área interna da Estação Galeria do Metrô, em Brasília (DF).

Voltada à promoção da proteção e do bem-estar animal, a iniciativa será realizada no âmbito da programação oficial do bloco infantil Carnapati 2026, em comemoração aos 35 anos do Espaço Cultural Mapati. Os atendimentos serão destinados exclusivamente a cães e realizados conforme demanda, mediante cadastro prévio do animal por parte dos tutores no SinPatinhas.

A ação conta também com o apoio da Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival) e da Universidade de Brasília (UnB), que atuam em conjunto com o Departamento de Proteção, Defesa e Direitos Animais do MMA na execução dos serviços. O microchip funciona como identificação permanente do animal, pois facilita sua localização em casos de perda e contribui para o enfrentamento do abandono.

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Segundo a diretora de Proteção, Defesa e Direitos Animais do MMA, Vanessa Negrini, “o SinPatinhas é uma política pública estruturante para o enfrentamento do abandono, a promoção da guarda responsável e o planejamento de ações como castração, vacinação e atendimento veterinário. Levar esse serviço para um evento popular como o Carnapatinhas reforça o compromisso do Governo do Brasil com políticas que chegam diretamente à população”. 

Além dos atendimentos veterinários, a programação inclui feira de adoção responsável, com animais previamente vacinados e castrados por organizações parceiras, e atividades educativas, sobretudo voltadas ao público infantil, reforçando a importância da guarda responsável e do respeito a cães e gatos.

Com apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, o evento foi planejado com medidas específicas para garantir o bem-estar animal, como controle do volume sonoro e cuidados para evitar situações de estresse, promovendo convivência segura e responsável nos espaços públicos.

SinPatinhas

Parte do Programa Nacional de Proteção e Manejo Populacional Ético de Cães e Gatos (ProPatinhas), o SinPatinhas permite o registro de cães e gatos de forma gratuita nesta página por tutores, organizações da sociedade civil, estados e municípios. Foi lançado em abril de 2025 no Palácio do Planalto com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da primeira-dama Janja da Silva. 

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Cada animal cadastrado recebe um número de identificação único, válido em todo o território nacional – o RG Animal. O documento conta com um QR Code, que pode ser fixado na coleira do animal. Em caso de perda, qualquer pessoa pode escanear o código e ajudar na localização do tutor. 

O SinPatinhas ainda possibilita o acompanhamento da destinação de recursos federais para essas ações em cada ente federativo ou beneficiário de emendas parlamentares, promovendo mais transparência nos gastos públicos.

Até o momento, 1.043.875 animais domésticos já foram registrados na plataforma do SinPatinhas (sendo 654.145 cães e 389.730 gatos). 

Assessoria Especial de Comunicação Social do MMA
[email protected]
(61) 2028-1227/1051
Acesse o Flickr do MMA 
  

Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

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Parteiras e parteiros indígenas de todo o Brasil se reúnem em encontro nacional

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Entre os dias 08 e 11 de junho, a capital de Rondônia será palco de um movimento histórico: o primeiro Encontro Nacional de Parteiras e Parteiros Indígenas. Organizado pela Secretaria de Saúde Indígena (Sesai) do Ministério da Saúde, o evento não é apenas uma reunião técnica, mas um gesto de reconhecimento ao protagonismo de mulheres e homens que, há gerações, protegem os ciclos da vida e a sobrevivência física e cultural de seus povos.

O encontro responde a um chamado das próprias comunidades e busca reconhecer as “tecnologias da floresta”, à luz do Sistema Único de Saúde (SUS). Durante três dias, representantes dos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI), além de especialistas da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), mergulharão em uma jornada de escuta sensível e troca de experiências.

Reconhecidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como figuras cruciais para a saúde materna, as parteiras tradicionais desenvolvem um saber construído na prática e na transmissão oral. Esse conhecimento acumulado será o centro das atenções em Porto Velho. A programação prevê diálogos sobre o preparo do corpo para a gestação, o uso de ervas medicinais e o cuidado com as adolescentes desde a primeira menstruação.

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“Este encontro representa um passo importante no reconhecimento das parteiras e parteiros indígenas como guardiões de conhecimentos ancestrais”, destaca a secretária de Saúde Indígena, Lucinha Tremembé. Segundo ela, a iniciativa visa construir caminhos para que esses saberes sejam respeitados e integrados às políticas públicas de saúde.

Tecendo o futuro da saúde indígena

A metodologia do evento foi desenhada para ser tão profunda quanto os temas tratados. Atividades como a dinâmica “Tecendo Conhecimentos” e a construção da “Árvore do Conhecimento” permitirão que os participantes sistematizem suas práticas de forma coletiva.

O encontro ainda prevê a elaboração de dois documentos orientadores: o Guia de Parteira para Parteira, focado em boas práticas, rituais e o uso de kits de cuidado; e o Guia para Profissionais de Saúde, uma bússola para que as equipes de saúde saibam como acolher e articular as práticas tradicionais com a medicina biomédica de forma culturalmente sensível.

 Ao promover esse diálogo intercultural, o Ministério da Saúde reafirma que a equidade e a integralidade do SUS só são plenamente alcançadas quando a espiritualidade e a autonomia dos povos indígenas são levadas em conta no ato de cuidar. O evento que se inicia em 9 de junho promete ser um marco onde a tradição e a modernidade se encontram para garantir que o nascimento em territórios indígenas continue sendo um ato de celebração da vida.

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Leidiane Souza
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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