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Curitiba

37 toneladas de peixes são apreendidas em operação contra a pesca ilegal no Paraná

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Um operação contra a pesca irregular apreendeu 37 toneladas de peixe em Guaratuba, no litoral do Paraná. Duas empresas da área de pescados foram interditadas pela polícia.
As ações de fiscalização contra a pesca irregular começaram nesta terça-feira (10). A operação coordenada pelo Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) conta com o apoio da PF (Polícia Federal) e da PCPR (Polícia Civil do Paraná).

Conforme a polícia, o principal objetivo é coibir a pesca de camarão. Por causa do período de defeso, o crustáceo não pode ser pescado até o dia 31 de maio. Assim, a proibição tem o objetivo de proteger a reprodução das espécies.

De acordo com as entidades ligadas ao meio ambiente, proteger o período de reprodução evita a extinção das espécies marinhas ameaçadas pela pesca ilegal. Além disso, garante a manutenção dos estoques de peixe para os pescadores.

As ações no litoral do Paraná contam com o apoio aéreo da PCPR. No mar, lanchas e motos aquáticas da PF realizam as rondas. Enquanto isso, por terra, agentes do Ibamaatuam na fiscalização da pesca irregular e do comércio.

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De acordo com as instituições, as ações de fiscalização contra a pesca irregular no litoral do Paraná serão mantidas por tempo indeterminado.

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Curitiba

Defensoria Pública do Paraná emite recomendação aos postos de combustíveis sobre reajuste abusivo

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O Núcleo de Defesa do Consumidor (NUDECON) da Defensoria Pública do Estado do Paraná (DPE-PR) emitiu, nesta segunda-feira (14), uma Recomendação à entidade que representa os donos de postos de combustíveis do Paraná, o Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis Derivados de Petróleo, Gás Natural, Biocombustíveis e Lojas de Conveniência do Estado do Paraná (Paranapetro).

O objetivo, segundo o Coordenador do Núcleo, Defensor Público Erick Lé Palazzi Ferreira, é coibir o abuso quando a Petrobrás anunciar reajustes. “O que se viu em vários casos na última quinta-feira foi uma prática abusiva, uma elevação injustificada dos preços”, explica o Defensor.

De acordo com ele, a Recomendação pretende barrar a prática de repassar o reajuste com produto comprado por preço velho. “Antes de ter sido repassado o aumento, os postos já estavam aplicando. O que fizeram foi pegar um produto mais barato e colocar o preço exorbitante”.

Segundo a Recomendação, os varejistas de combustíveis devem se abster de aumentar os preços antes da existência real de reajuste das distribuidoras. “Caso haja reclamações e comprovação sobre aumento excessivo de combustíveis pelos postos, o Nudecon adotará as medidas judiciais cabíveis, individuais ou coletivas, para areparação de eventuais danos”, afirma a Recomendação.

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Na semana passada, a Petrobrás anunciou reajuste dos combustíveis. De acordo com a empresa, o aumento seria de 18,77% para a gasolina, 24,9% para o diesel e 16% para o gás de cozinha.

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