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Norte do Estado

Suspeito de balear travesti no Centro de Maringá se entrega à polícia

Publicado

Por RPC Maringá

O homem suspeito de balear uma travesti no Centro de Maringá, no norte do Paraná, se entregou à Polícia Civil nesta terça-feira (11). Segundo a polícia, o homem foi ouvido e liberado porque já não há mais caracterização de flagrante.

O suspeito, de 34 anos, de acordo com a polícia, disse em depoimento que não teve relações sexuais com a vítima. Em depoimento, o homem relatou que a travesti entrou sem autorização no carro dele.

O caso aconteceu na madrugada de sábado (8), no cruzamento entre a Avenida Herval e a Rua Joubert de Carvalho. Até esta terça-feira, a vítima continuava internada, com quadro estável de saúde.

Ainda conforme a polícia, o motorista afirmou que atirou contra a vítima durante uma discussão, depois que ela pegou a chave do carro e tentou sair correndo.

“Ele alega que foi a travesti que entrou no carro dele sem autorização, quando ele parou no cruzamento da Avenida Herval com a Avenida Brasil, e que, quando entrou no carro, começou a obrigar ele a dar voltas com ela na região do Centro”, disse o delegado Diego de Almeida.

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O delegado disse que, ainda o depoimento do suspeito, a vítima pediu que ele a deixasse perto de um bar. O homem informou aos policiais que entregou R$ 20 à vítima, e que ela exigiu mais dinheiro, e ele se recusou a dar.

“Nós ainda temos que ouvir a versão da vítima, ouvir uma testemunha que estava com a vítima, para saber realmente se o que ele disse bate com a realidade dos fatos”, concluiu o delegado.

O delegado ressaltou que a versão dada pelo suspeito sobre o crime não justifica legitima defesa. O caso é tratado pela polícia como tentativa de homicídio.

A polícia informou também que o suspeito não tinha permissão para portar arma e que também pode responder por porte ilegal de arma de fogo.

Imagens

Vídeos de câmeras de segurança mostram o momento em que a vítima é baleada pelo suspeito. As imagens flagraram o momento em que o suspeito estaciona o carro na esquina.

Em seguida, a travesti desce do carro atingida pelo tiro. Ela anda alguns metros e cai. O motorista se aproxima e pega um objeto que, segundo a polícia, era a chave do carro.

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Norte do Estado

MP-PR e Polícia Civil abrem novas investigações sobre desvios de recursos do Hospital Universitário de Londrina

Publicado

Por RPC Londrina

O Ministério Público do Paraná (MP-PR) e a Polícia Civil abriram novas investigações para apurar desvios de recursos do Hospital Universitário (HU) de Londrina, no norte do Paraná. As investigações começaram após a morte de uma servidora da instituição.

Lucélia Pires Ferreira, tinha 56 anos, e foi encontrada morta em um rio em Porecatu, na região norte, em outubro de 2018. Ela foi vista pela última vez deixando a nora em um camelódromo, na Sona Sul de Londrina, na manhã de 3 de outubro.

A mulher seguiu em direção à Avenida Dez de Dezembro e deveria ter chegado ao Hospital Universitário (HU), onde trabalhava como secretária. No dia seguinte, o carro dela foi encontrado ao lado de uma ponte no limite entre os municípios de Porecatu e Alvorada do Sul. O corpo estava dentro do rio.

Em março deste ano, a Polícia Civil fez uma operação para apurar um esquema de corrupção que causou um prejuízo superior a R$ 1 milhão ao HU.

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As investigações começaram em outubro 2017, depois de denúncias do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR). Na época, se suspeitou que a servidora pública Lucélia Ferreira, que era responsável pela Secretaria da Diretoria Clínica do Hospital Universitário, fraudava licitações para a contratação de serviços médicos através de empresas terceirizadas. Dessa forma, pagamentos indevidos eram gerados.

A investigação detalhou que a servidora copiava o Registro Demonstrativo de Frequência de Trabalho de um médico contratado por uma empresa lícita e lançava junto no processo de pagamento de uma empresa que era do genro dela, um homem de 26 anos, que era estudante de medicina veterinária. Conforme a Polícia Civil, o mesmo trabalho era lançado duas vezes.

Agora, o novo inquérito civil, aberto pelo MP-PR, vai apurar irregularidades na contratação de empresas terceirizadas para prestação de serviços médicos pelo hospital. O MP-PR quer confrontar dados da Universidade Estadual de Londrina (UEL) com os do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) para saber se os procedimentos adotados pelo hospital causou prejuízos ao cofres públicos.

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A Polícia Civil também abriu uma nova investigação contra dez médicos, que também são professores da Universidade Estadual de Londrina (UEL), suspeitos de receberam duplamente pelos serviços prestados. Conforme a polícia, os profissionais receberam salários como servidores do estado e também como profissionais contratados por uma empresa terceirizada.

Os profissionais são investigados pelos crimes de peculato e falsidade ideológica, por fraudes em registros de cartões ponto.

A morte de Lucélia Pires Ferreira ainda não teve causa definida. A Polícia Civil ainda não sabe dizer se ela se matou ou se foi assassinada.

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