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Quinta-Feira, 09 de Maio de 2019 16:01

Empresário suspeito de vender veículos com quilometragem adulterada é preso, em Curitiba

Polícia Civil acredita que suspeito tenha modificado odômetro de pelo menos 10 carros.

Um empresário foi preso suspeito de vender veículos com quilometragem adulterada, em Curitiba. O homem, de 48 anos, foi preso nesta quarta-feira (8) pela Polícia Civil.

Um mandando de prisão preventiva e três de busca e apreensão foram cumpridos em três revendedoras de veículos, além da casa do suspeito, conforme a polícia.

A Polícia Civil informou que recebeu denúncias que indicavam que o empresário adulterava o odômetro dos veículos, reduzindo a quilometragem.

Durante as investigações, a Polícia encontrou um carro exposto a venda com 89 mil quilômetros rodados. De acordo com a polícia, a empresa que vendeu o carro para o suspeito afirmou que o veículo possuía 107 mil quilômetros rodados.

No retorno dos investigadores à concessionária, o veículo estava com a quilometragem original. Com base nisso, a Polícia Civil acredita que o empresário sabia que estava investigado. Por este motivo, a polícia pediu à Justiça a prisão preventiva do suspeito.

Esquema

O delegado da Delegacia de Crimes Contra e Economia e Proteção ao Consumidor (Delcon), André Feltes, disse que a polícia identificou a possibilidade de que o empresário tenha adulterado a quilometragem de pelo menos 10 carros.

Segundo o delegado, outras pessoas podem estar envolvidas no crime, já que são necessários alguns equipamentos para a adulteração do odômetro. De acordo com a Polícia Civil, para carros mais modernos, o equipamento chega a custar R$ 300 mil.

"Temos a informação que aqui em Curitiba há algumas pessoas que fazem esse tipo de adulteração. Agora as investigações vão partir no sentido de identificar quem são as pessoas que operacionalizam as fraudes", disse o delegado.

Ainda na ação, a Polícia Civil apreendeu documentos e celulares e dois carros que irão ser periciados.

A polícia informou que o empresário foi indiciado por expor à venda produto impróprio para uso. Segundo a Polícia Civil, o empresário já tem uma condenação anterior por estelionato.

Fonte: G1 Paraná

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