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Norte do Estado

Mulher se tranca em sacada para fugir das agressões do companheiro, em Marialva

Publicado

Por RPC Maringá

Uma mulher se trancou na sacada da sobreloja onde mora em Marialva, no norte do Paraná, para fugir das agressões do companheiro. O caso aconteceu na noite de terça-feira (11).

De acordo com o relato que ela fez à polícia, o companheiro é o ex-marido. A mulher já havia obtido uma medida protetiva contra ele, mas os dois estavam juntos novamente, tentando reatar o relacionamento.

Uma briga na terça-feira motivou as agressões, conforme a polícia. Na tentativa de fugir, ela se trancou na sacada e começou a pedir socorro.

Equipes da Polícia Militar (PM) e da Polícia Civil ajudaram a retirar a mulher da sacada. Foi colocada uma escada para que ela pudesse descer. Enquanto isso, os policiais entraram na casa para procurar o suspeito de ser o agressor.

Preso em flagrante

Ele foi encontrado no telhado do sobrado e preso em flagrante, enquadrado na Lei Maria da Penha. O homem pode responder por ameaça e lesão corporal, além de descumprir a medida protetiva.

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Norte do Estado

MP-PR e Polícia Civil abrem novas investigações sobre desvios de recursos do Hospital Universitário de Londrina

Publicado

Por RPC Londrina

O Ministério Público do Paraná (MP-PR) e a Polícia Civil abriram novas investigações para apurar desvios de recursos do Hospital Universitário (HU) de Londrina, no norte do Paraná. As investigações começaram após a morte de uma servidora da instituição.

Lucélia Pires Ferreira, tinha 56 anos, e foi encontrada morta em um rio em Porecatu, na região norte, em outubro de 2018. Ela foi vista pela última vez deixando a nora em um camelódromo, na Sona Sul de Londrina, na manhã de 3 de outubro.

A mulher seguiu em direção à Avenida Dez de Dezembro e deveria ter chegado ao Hospital Universitário (HU), onde trabalhava como secretária. No dia seguinte, o carro dela foi encontrado ao lado de uma ponte no limite entre os municípios de Porecatu e Alvorada do Sul. O corpo estava dentro do rio.

Em março deste ano, a Polícia Civil fez uma operação para apurar um esquema de corrupção que causou um prejuízo superior a R$ 1 milhão ao HU.

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As investigações começaram em outubro 2017, depois de denúncias do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR). Na época, se suspeitou que a servidora pública Lucélia Ferreira, que era responsável pela Secretaria da Diretoria Clínica do Hospital Universitário, fraudava licitações para a contratação de serviços médicos através de empresas terceirizadas. Dessa forma, pagamentos indevidos eram gerados.

A investigação detalhou que a servidora copiava o Registro Demonstrativo de Frequência de Trabalho de um médico contratado por uma empresa lícita e lançava junto no processo de pagamento de uma empresa que era do genro dela, um homem de 26 anos, que era estudante de medicina veterinária. Conforme a Polícia Civil, o mesmo trabalho era lançado duas vezes.

Agora, o novo inquérito civil, aberto pelo MP-PR, vai apurar irregularidades na contratação de empresas terceirizadas para prestação de serviços médicos pelo hospital. O MP-PR quer confrontar dados da Universidade Estadual de Londrina (UEL) com os do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) para saber se os procedimentos adotados pelo hospital causou prejuízos ao cofres públicos.

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A Polícia Civil também abriu uma nova investigação contra dez médicos, que também são professores da Universidade Estadual de Londrina (UEL), suspeitos de receberam duplamente pelos serviços prestados. Conforme a polícia, os profissionais receberam salários como servidores do estado e também como profissionais contratados por uma empresa terceirizada.

Os profissionais são investigados pelos crimes de peculato e falsidade ideológica, por fraudes em registros de cartões ponto.

A morte de Lucélia Pires Ferreira ainda não teve causa definida. A Polícia Civil ainda não sabe dizer se ela se matou ou se foi assassinada.

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