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Política

Frente Parlamentar defende melhorias urgentes para a rodovia PR-323

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ALEP O Bemdito

A realização de obras de modernização na PR-323, apontada como uma das estradas mais perigosas do estado e principal ligação entre várias regiões do Paraná, é uma das prioridades dos deputados que integram a Frente Parlamentar pelo Desenvolvimento do Noroeste do Paraná. O tema foi discutido na manhã desta terça-feira (11) durante o lançamento do movimento parlamentar na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep).

No encontro os deputados destacaram a importância dessa união que busca soluções para a região formada por 61 municípios, com uma economia baseada no agronegócio e onde está localizado um importante polo têxtil. De acordo com o deputado Delegado Fernando (PSL), que é de Umuarama e coordena a Frente, a região vem sendo castigada pela falta de investimentos em infraestrutura e em diversas outras áreas.

Ele apontou a situação da PR-323, chamada de ‘rodovia da morte’ pela população, como uma das questões urgentes, que merece toda a atenção do poder público. “Além de investimentos na rodovia também precisamos atrair investimentos, levar recursos para a região, gerando desenvolvimento e criando empregos”, explicou. “A união faz a força”, complementou.

O deputado Jonas Guimarães (PSB), eleito vice-coordenador do movimento, falou sobre a satisfação de participar da Frente, e dos muitos pleitos que apresentou nos últimos anos. “Nunca fomos atendidos, mas também não desistimos”, frisou o parlamentar que é de Cianorte. Para exemplificar a necessidade de investimentos na região ele relatou a situação do abatedouro de sua família, que conta com três mil funcionários, e não consegue abrir um novo turno de trabalho. Isto porque a região não conta com um médico veterinário na estrutura da fiscalização federal para acompanhar a atividade. E o Governo federal diz não ter previsão para contratação desse profissional. “Esse novo turno iria gerar mais 500 empregos, movimentando toda a economia da região”, informou.

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PR-323

Os parlamentares que participaram da reunião foram unânimes ao afirmar que a estrada PR-323 precisa de obras, com terceiras faixas e duplicações nos trechos mais críticos, bem como acessos seguros nos trechos urbanos, e que esta é uma demanda antiga do setor produtivo. O deputado Jonas Guimarães lembrou que a 323 foi construída ainda na década de 60 durante o Governo de Paulo Pimentel. Posteriormente, no Governo de Jaime Lerner foi inaugurada a ponte que liga Guaíra ao Mato Grosso do Sul triplicando o trânsito, porém sem nenhuma melhoria na infraestrutura viária.

“A terceira pista não existe e os acidentes são constantes”, sublinhou. Dados da Polícia Rodoviária Estadual (PRE) mostram que foram registrados 334 acidentes na rodovia, com 217 feridos e 17 mortes, só no ano de 2017.

Agenda

Além da elaboração de um documento apontando as principais reivindicações para a região Noroeste, que deverá ser entregue ao Governo do Estado, os deputados da Frente anunciaram que pretendem definir uma agenda de reuniões e audiências públicas para mobilizar as lideranças, autoridades e a população. O grupo parlamentar, que também aprovou o Regimento Interno da Frente na reunião de hoje, tem um prazo de 180 dias para concluir os trabalhos.

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Participaram da reunião, além dos deputados Delegado Fernando e Jonas Guimarães, os seguintes parlamentares: Luiz Fernando Guerra (PSL), Delegado Recalcatti (PSD), Emerson Bacil (PSL), Evandro Araújo (PSC), Arilson Chiorato (PT), Delegado Jacovós (PR), Boca Aberta Júnior (PROS), Homero Marchese (PROS) e Soldado Adriano José (PV).

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TCE detecta risco latente e potencial de desastres nas barragens do Paraná

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Blog Política em Debate

Relatório de auditoria do Tribunal de Contas do Estado (TCE/PR) que avaliou a qualidade da fiscalização da segurança das barragens paranaenses pelo Instituto das Águas do Paraná, divulgado hoje, aponta que há risco latente e potencial de desastres nas estruturas. A conclusão do órgão de controle teve como base a avaliação da atuação da autarquia estadual sobre o assunto, por meio da qual foram detectados problemas como grave déficit institucional; carência orçamentária e de pessoal; ausência de gestão, planejamento e execução das suas atribuições; omissão no cumprimento das competências e da legislação; e grave omissão na fiscalização.

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