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Política Nacional

Deltan avisa que não irá ao Congresso falar sobre mensagens vazadas

Publicado

Bem Paraná

O procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa Lava Jato no Ministério Público Federal em Curitiba, avisou ao Congresso Nacional por meio de ofício que não irá à audiência para comentar os diálogos vazados entre ele e o ex-juiz Sergio Moro, atual ministro da Justiça e Segurança Pública. O documento é datado do dia 4 de julho.

O procurador seria ouvido nesta terça-feira (9), às 14 horas, pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, que confirmou o cancelamento da audiência.

“Cumprimentando-o, dirijo-me a Vossa Excelência para, respeitosamente, apresentar as razões pelas quais me considero impossibilitado de atender ao convite formulado por essa Digna Comissão. O Congresso Nacional é uma das Instituições mais relevantes em nossa democracia e corresponsável pela definição dos rumos do país, como um dos poderes da República. Como membro do Ministério Público, Instituição essencial à Justiça, tenho por função constitucional desempenhar trabalho de natureza técnica perante o Judiciário, outro poder, situação distinta daquela de agentes públicos vinculados ao Poder Executivo. Esse trabalho técnico consiste em investigar fatos e buscar a aplicação da lei penal de modo eficiente e justo, de acordo com a Constituição e com as leis, atividade funcional sujeita à apreciação do Poder Judiciário”, diz o documento.

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Diante disso, muito embora tenha sincero respeito e profundo apreço pelo papel do Congresso Nacional nos debates de natureza política que realiza e agradeça o convite para neles participar, acredito ser importante concentrar na esfera técnica minhas manifestações sobre mensagens de origem criminosa, cuja veracidade e autenticidade não reconhecemos, e que vêm sendo usadas para atacar a Operação Lava Jato”, pontua Deltan no ofíco.

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Política Nacional

‘Falar que passa-se fome no Brasil é uma grande mentira’, afirma Bolsonaro

Publicado

Gabriel Wainer e Beth Lopes - Estadão Conteúdo

No café da manhã com correspondentes de veículos internacionais, o presidente Jair Bolsonaro disse nesta sexta-feira, 19, que “falar que passa-se fome no Brasil é uma grande mentira”. Para ele, no Brasil “passa-se mal, pessoas não comem bem, mas fome não”.

“Você não vê gente, mesmo os pobres, pelas ruas com físico esquelético como a gente vê em outros lugares do mundo”, disse o presidente, sem mencionar nominalmente nenhum país.

A fala de Bolsonaro foi em resposta a uma correspondente do jornal espanhol El Pais, que afirmou que o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), manifestou preocupação com a desigualdade de renda no País e perguntou qual o trabalho que o governo tem feito para reduzir a pobreza.

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